25 setembro, 2007

Anorexia não!

Finalmente aparece na publicidade o que muitas famílias escondem: anorexia e bulimia, a magreza a qualquer custo.

Quantas meninas e mulheres de todas as idades procuram um corpo "esbelto", magro, que entre em roupas cada vez menores e mais justas?

A França proibiu a campanha por argumentar "imoralidade". Aff, quanta hipocrisia! O que é mais imoral nessa história: a indústria da moda e o capitalismo impositivo para o consumo desmedido ou uma campanha que alerta quanto à saúde?

Realmente os valores têm se invertido paulatinamente. Entretanto, umas ou outras "almas" se salvam. Parabéns, Oliviero Toscani e a grife Nolita pela ousadia, coragem e serviço público.


por soll





Foto: Divulgação/BBC Brasil


Campanha com modelo anoréxica rouba a cena na Semana de Milão


Da BBC Brasil



Uma campanha publicitária que usa uma modelo anoréxica está roubando a cena na abertura da Semana Internacional da Moda de Milão. Os anúncios, expostos em jornais e outdoors italianos, mostram uma modelo nua sob os dizeres "No Anorexia" ("Não Anorexia"). A modelo é a jovem francesa Isabelle Caro, que pesa apenas 31 quilos.

A campanha é cria do italiano Oliviero Toscani, conhecido pelas polêmicas campanhas da Benetton nos anos 80 e 90 que usavam fotos abordando temas como Aids, guerra e racismo. Toscani defende a nova campanha, dizendo que, em contraste com o corrente no mundo da publicidade de moda, ela busca uma aproximação com a "condição humana".

"Toda a publicidade de moda e as revistas e os jornais de moda se afastaram dela, se tornaram abstratas, esvaziaram o ser humano. A gente olha essas campanhas e vemos o vazio, e dizemos a nos mesmo: essas pessoas são como garrafas vazias", diz Toscani.


Prioridade
A campanha, da griffe de moda Nolita, contou com o aval do Ministério da Saúde da Itália. A luta contra a anorexia é uma das prioridades do governo do premiê Romano Prodi. Hoje, cerca de 2 milhões de italianos sofrem da doença e de bulimia.

A ministra da Saúde Lívia Turco afirmou, em nota oficial, que “uma iniciativa como esta é importante para abrir um canal de comunicação privilegiado com o público jovem, através de uma mensagem clara e capaz de chamar a responsabilidade para este drama”.

Oliviero Toscani criou a campanha tendo em vista um público muito mais amplo do que os consumidores de moda. “A idéia não é uma campanha para o povo da moda, mas sim para quem olha para moda, para as meninas, as jovens, as estudantes, todos os públicos. O rei está nu”, disse ele.


O fotógrafo, que já tinha abordado o tema em um filme que chegou a ser apresentado no festival de Locarno, acha que 'a responsabilidade deste problema não é apenas do mundo da moda'. "Existem as mães, a família, a desilusão de quem não se identifica com a imagem projetada pela mídia. Uma garota vê uma foto de moda ou uma imagem da televisão e pensa consigo mesma: 'Eu não poderia nunca ser assim', e assim tenta desaparecer, se auto-destruir, é um drama”, afirmou Toscani.


Imoral
Mas vender roupa usando como imagem quem não tem como vesti-la não foi uma estratégia fácil de ser colocada no mercado. O principal jornal da Itália, o Corriere della Sera, se recusou a estampar a fotografia. A campanha também ficou longe das ruas da França, sendo vetada nos outdoors. “A justificativa era de que a imagem era imoral. Não somos, ainda, civilizados“, afirmou Toscani.


Toscani acredita que, mesmo com a polêmica em torno da campanha, ela deve ter bons resultados. "Acho que isso pode ser o começo de um novo ciclo de publicidade, vamos ver o que acontece. Não são tantos os clientes que possuem a coragem de fazer uma campanha como esta. Todos pensam que a comunicação publicitária deve ser falsa ou artificial, mas eu acho que se pode fazer algo interessante e tirar vantagens econômicas ao mesmo tempo.”


Fonte CorreioWeb

24 setembro, 2007

Google - O fenômeno

É muito engraçado ver alguns tipos de pesquisas feitas no google.

As pessoas parecem realmente conversar com a máquina, como quem chega no balcão da padaria e pede "seis pães, por favor. Prefiro os moreninhos, tá?".


Tem chamada de todo tipo, diga se não é de uma grande intimidade com a ferramenta?


"quero ver uma fotografia do Milan kundera que ele apareça nela"


"procuro um resumo bem resumido do livro Os sertões com no máximo 20 linhas"


"por que joão paulo traiu samantha?"


"compro monografia na área de educação, com preço bom"


"onde vende container para transportar poodle jovem?"


"bruna eu e pedro"


"meu coracao dispara nausea medo agonia"

Vi e não gostei - Casa Cor 2007


Na foto: um dos raros ambientes criativos


A Casa Cor Brasília deste ano não me agradou.

Não sei se é o clima sem umidade desse cerrado, ou se estou murcha demais, ou se a secura dos ambientes pretos, marrons e escuros me enjoou.

Sempre gostei de ver as novidades em decoração e afins. Acontece que agora em 2007 há uma volta da tendência anos 70 (ou menos) de acrílicos misturados a móveis de estilo "antiquário". E, tons representativos de época ditatorial: negros.


Dizem que é o estilo "vintage" (moda retrógrada, demodèe, decadente, uma recuperação de estilos dos anos 20, 30, 40, 50 e 60 e alguns estilistas atribuem ao retorno das modas setentistas e oitentistas um certo teor "vintage", mas, por serem relativamente recentes, o termo não é devidamente atribuído a estas décadas - wikipédia).

Até que eu gosto de coisas antigas. Porém, está tudo muito fechado, sério, escuro...

Para mim, de escuridão, bastam aquelas não escolhidas.

O objetivo dessa vez foi reformar um prédio abandonado há mais de dez anos (usando a osistema Gypsum Drywall) e homenagear Niemeyer (centenário) no Touring Clube do Brasil, na Esplanada do Ministérios

Havia muitas fotos de Brasília, da construção, da atualidade, muito preto e branco, e, quem sabe, muita poeira nos meus olhos ou as sombras de um casarão abandonado.

Realmente creio que a aposta dos arquitetos e decoradores na temática atingiu o objetivo, pois, em geral, a obra do grande Oscar não prima pela iluminação direta, por janelas amplas, por claridade. Antes disso, preza a forma geométrica. As linhas: retas ou curvas.

Os ambientes estavam assim: sem luz, sem cor. Preto e branco como a capital de ternos e gravatas. Secos como o clima. Escuros como o Senado e a Câmara. Impecáveis na aparência, contudo "falsos" no aconchego.


Havia um "peso" que só olhares mais atentos diriam de onde vieram.

A sensação de masmorra estava lá. Um umbral estiloso. Parecia que eu visitava aquelas fazendas de engenho e ouvia as vozes desesperadas de escravos chicoteados.


No mais, tudo muito organizado como deve ser um evento desses e poucos lugares tinham um real acolhimento, passando um ar de leveza.


Talvez eu esteja exagerando, ou, talvez, como diz o pensamento "quando o aluno está pronto o mestre aparece", eu não esteja pronta para cômodos opressores e poupados de luz, cor e alegria.


...

22 setembro, 2007

Metamorfoseando







कुंडलिनी De volta ao caminho da auto-iluminação... relembrando Epicuro, a escola dos prazeres... e o essencial para a felicidade...

O lema: "atentar-se para o desejo natural e necessário; para o desejo natural desnecessário; e para o desejo não natural e não necessário".

O foco: nos "bens psicológicos complexos independentes dos materiais".

O feliz: "melhor comer um queijo branco ao lado dos amigos do que um brie com calda de damasco perto de quem não se gosta".


O equilíbrio: "o segredo, o poder, é a kundalini".


Filosofia éa metamorfose: seja por Buda e o seu "caminho do meio", seja pelos olcutistas e a "pedra filosofal", seja pelo Paulo Coelho e "o caminho de Santiago de Compostela",seja pelo Freud e "as neuroses" seja pelos gurus indianos e "a Kundalini", seja pelos cavaleiros e "o Santo Graal", seja pelos escritores e "a literatura", seja pelos filosófos e "a filosofia",seja pelos físicos e "a energia", pouco importa...

Metamorfosear é filosofar. Iluminar-se é enxergar acima do muro... É ver além do véu... É sorrir aparentemente a toa, sabendo o que se passa por dentro... na escuridão...


...

21 setembro, 2007

Por empréstimo... é primavera te amo...

“Aprendi com as primaveras a me deixar cortar para poder voltar inteira”.

Cecília Meireles


Peguei a frase no blog da Manoela! Saudades amigaaa!

De volta à adolescência?

Conversava com uma querida amiga no MSN quando me dei conta de que voltei à adolescência, se é que isso é possível aos 40 anos. Tinha um tempo que não nos falávamos e durante a atualização da conversa fui narrando (e ela também) as novidades.


De dezembro de 2006 até a primavera de 2007: arrumei namorado, apaixonei-me, quase morri literalmente do coração, fiz duas cirurgias, fiz escova progressiva com formol, mudei de apartamento depois de morar por cinco anos no mesmo lugar, troquei o cabelo ruivo pelo loiro, cortei a franja, parei de fumar, parei de beber, comecei a fazer caminhadas diárias após décadas de sedentarismo consciente, comprei um polar para medir freqüência cardíaca, estou feliz, trabalhando menos do que sempre e ganhando muito menos do que há muito, e, ainda assim, feliz, usando as tardes para tomar sorvete, conversar com amigos, elaborar aulas interessantes, fazer check-up, ser motorista de filha, sentar no parque para ler, ver o pôr-do-sol, elaborar projetos. Entrei na operação “a vida é bela e a fila anda”.


A minha amiga também deu sua reviravolta. Trocou de carro, comprou um grill, começou dieta séria, matriculou-se na academia, comprou uma fragmentadora, decidiu colocar o namorado nos eixos ou tirá-lo dos trilhos dela (conforme o comportamento dele rsss), comprou uma balança digital, resolveu deixar de ser politicamente calada, parou de ouvir músicas paleolíticas, instalou um som no carro e um emule no PC, dirige com som alto e faz curvas com as baladas. Enfim, como ela mesma diz: está na operação “se liga, mané!”.

Entretanto (sempre há um “contudo” na vida), foi nesse troca-troca de mudanças que percebi: parecemos duas adolescentes! E, mais, numa coçada nas costas estourei uns carocinhos (minto, diveeeersos montinhos). Notei que estava crivada no rosto, no pescoço, nas costas, nos ombros.


O pior, durante a ida de uma mensagem e a volta de outra, entrei no google com a seguinte pesquisa: “como nascem as espinhas” (?!?!??!). De cara entrei num site chamado “museu da vida” (?!?!?!?!), lá estava o texto de Elis Galvão introduzindo: “elas podem surgir em todas as idades, nos bebês, adolescentes e adultos. Quem não sofreu com um comedão que evoluiu para uma pústula? O que são estas coisas de nomes estranhos? São os cravos e espinhas que costumam aparecer na face (na maioria dos casos), ombros e tronco”.

Bingo!


Restava-me saber as causas de tantas pápulas e pústulas pelo corpo... Seria entupimento dos poros por pele morta (já que sou uma nova mulher, bem-viva...)? Aumento da produção de sebo? (senti uma certa arrogância nesta causa). Ação da bactéria Propionibacterium acnes? Ou outras alterações das células do folículo?


Pasmei!


O texto informava, também, que “embora as espinhas apareçam em todas as idades, é na adolescência que elas são mais freqüentes. Por que isto acontece? Porque, nesta fase, ocorre ajuste fisiológico (aumento e/ou diminuição) dos níveis hormonais. Estes causam a elevação do número das glândulas sebáceas que, em grande maioria, estão conectadas aos folículos pilosos, e produzem sebo. Acredita-se que, expulso através da abertura dos folículos, o sebo estimule as células da parede interna do poro, o que faz com que elas se desprendam e se agrupem, formando uma espécie de rolha: o tradicional cravo”.



Logo me vi enrolhada e encebada. Eca! Mas, com um ajuste fisiológico quem sabe. Mais do que isso, com um reajuste emocional proporcionando saldos para lá de positivos.



Ironicamente (ou não) foi nessa fase de grandes transformações que brotaram em meu corpo as vermelhidões espinhentas. Talvez, a readaptação de um organismo carimbado por anos de hábitos boêmios para a formação de outros hábitos diurnos.



Não importa. Estou mesmo adolescendo aos 40 e com a pele marcada anunciando a chegada de novos tempos.



...

19 setembro, 2007

Lulalá = Lula + lá




Soletre e conte comigo: 3 sí-la-bas = lulá + lá

Número 3
Estrela do PT
Banco do Brasil 3 = 21 = 2 + 1
Banco do Lula
Soletre (para o presidente entender) Lu-La-Lá = Lula + Lá


:


"As visões de Heráclito e o "Santo Suplicy" A fé em Santo Expedito, o santo das causas impossíveis, e o número 3 estampado em camisas e banners de uma propaganda do Banco do Brasil provocaram um bem humorado bate-boca entre os senadores Heráclito Fortes (DEM-PI) e Eduardo Suplicy (PT-SP) na sessão de ontem... Veja aqui sobre o caso três. Seria um MENAGE...ou HOMENAGEM AO PT? Na língua lulez acho que é uma menage mesm!

Penamento, ops, pensamento da semana...

Está na Folha On-line:

No sábado, Lula admitiu que já foi contrário à cobrança da CPMF quando o PT era um partido de oposição. Em Madri, Lula afirmou que considerava normal a tentativa da oposição de barrar a prorrogação da cobrança do chamado imposto do cheque.

"Eles estão fazendo o papel deles, o [mesmo] que eu fazia quando não era governo. Eu fui no Congresso pedir para barrar a [criação] CPMF", disse o presidente no sábado, segundo a "Agência Brasil".


_____________________

ahn? Papel? Eles fazem o papel de oposição? Papel de oposição x papel de governo? ahn?

Achava que existia alguma ideologia.

E, agora o Lula canta:

Ideologia, eu quero uma pra viver... enquanto não chegar ao poder! E que tudo mais vá para a PQP!

18 setembro, 2007

Chávez ameaça fechar escolas particulares

Por James Ingham
De Caracas



O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ameaçou fechar as escolas particulares do país caso não adotem a ideologia socialista do governo.
Chávez afirmou que todas as escolas deverão adotar ainda neste ano um novo currículo que, segundo ele, vai ajudar a desenvolver valores de cooperação e solidariedade.

O presidente disse que a reforma na Constituição proposta por ele (ainda em fase de aprovação pela Assembléia Nacional da Venezuela) reconhece a existência de escolas particulares, mas que elas devem adotar o novo sistema educacional socialista.

Chávez também afirmou que o sistema de educação privado é baseado em valores capitalistas e organizado de maneira a negar educação para o povo. (vejamos as fábricas de diplomas: quem paga passsa. E povo que é "povo" não tem grana para isso)


Segundo o presidente venezuelano, a educação foi ignorada pelos governos anteriores.

Muitos pais de alunos, no entanto, temem que o novo currículo seja uma forma de doutrinação de seus filhos. (e por acaso há algum currículo que não seja uma forma de doutrinação ?!?!?!??!) hahahaha

Na cerimônia de inauguração de uma nova escola no primeiro dia letivo do ano acadêmico, Chávez falou sobre seu ideal de educação, baseado em aprender a criar, viver em sociedade e refletir.

O presidente disse ainda que governos anteriores também promoveram sua própria ideologia.

"Eles nos ensinaram a admirar Cristóvão Colombo e o Super-Homem", afirmou.

"A educação baseada na ideologia capitalista destruiu valores", disse Chávez.


____________

Pergunto-me: ele está errado? penso que não. Cada governo, certamente, impõe suas ideologias. Pelo menos assim tem sido desde que o sapiens surgiu... Lembre-se de quando erámos crianças e tinha a brincadeira SIGA O MESTRE... Bandos precisam de liderança... Nunca duvidei disso!

17 setembro, 2007

Filme: O SEGREDO




Hoje troquei o Fantástico global pelo Segredo mundial. hahaha


Na realidade, assisti ao filme australiano "O Segredo", lançado neste ano no Brasil. Apesar de uma sinopse para lá de exagerada e da conotação auto-ajuda (o que é ótimo em determinados momentos), é uma apologia ao pensamento positivo e um "não" às reclamações.



Novamente, assim como "Quem Somos Nós", o roteiro fala de escolhas. Diz o quanto somos responsáveis por nosso destino, por nossa vida, por nossa felicidade etc. Mais uma vez (ainda bem) surge um filme para discutir o cristianismo e suas falácias. Surge, ainda, para desconstruir mitos que nos fazem praticamente retroceder, por exemplo, derrubar a idéia de que nosso destino está traçado. Ao contrário, nos mostra em que momentos traçamos diariamente nossas vidas e a pautamos segundo nossas crenças e pensamentos.

Particularmente, eu já havia ouvido os conceitos de outros autores. O tema é visto em cursos de controle da mente, de neurolingüística, e em uns livros auto-ajuda soltos por aí. É uma boa reciclagem para quem anda de mal com vida nesses tempos de miséria, fome, governos desgovernados. O que vale é sentir-se bem, e cultivar o positivo, pois de desgraça já estamos lotados na mídia que nos invade insistentemente. Melhor do que ver atrocidades e imaginar uma vida confortável, próspera, saudável, cheia de amor e alegria. Mais do que isso, melhor mesmo é sentir assim. Relembrando o ditado: "quem sente pena do coitadinho fica no lugar dele". Bem-vindos à pós-modernidade e à globalização que seleciona aqueles que bem querem viver!


Já diziam os cientistas sobre a lei da atração, já diziam as religiões sobre "aqui se faz, aqui se paga", "é dando que se recebe", "ação e reação", a psicologia indica "suas fantasias serão realizadas", "quem se auto-boicota, comprova seus maus pensamentos", e agora está no livro: VOCÊ ATRAI O QUE DESEJA! Então, é melhor prestar atenção nos seus desejos (pensamentos) para não reclamar depois.

Lembrem-se do Lula, ele "se acha". Ele sempre disse que seria presidente da república e lá está o homem realizando a própria profecia... Assim como os corruptos não creem em punição e não são de fato punidos... e, também, como os brasileiros que acreditam que tudo acaba em pizza e acaba mesmo...ui ui ui



PENSAR - CRER - RECEBER

13 setembro, 2007

Mônica Veloso na Playboy e o Hino à Bandeira da Corrupção Nacional



Hino à Bandeira da Corrupção Nacional

Letra: Renan Bilac
Música: Congresso Já

Salve, lindo tesão da esperança,
Salve, símbolo da corrupção!

Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da farsa nos traz.



Recebe a propina que não se encerra
Em nosso bolso mercantil,
Querido símbolo da festa,
Da armada aliança do Brasil.


Em teu seio formoso retratas
Este plenário de puríssimo ardil,
A canalhice sem par destas matas,
- Teu imposto do erário sumiu!


Recebe a propina que não se encerra
Em nosso bolso mercantil,
Querido símbolo da festa,
Da armada aliança do Brasil.



Contemplando o teu voto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E Congresso, por seus filhos amado,
Poderoso e ladrão há de ser.



Recebe a propina que não se encerra
Em nosso bolso mercantil,
Querido símbolo da festa,
Da armada aliança do Brasil.

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa e calor,
Paira sempre, a sagrada certeza,
Corrupção, sem justiça ou horror.



Recebe a propina que não se encerra
Em nosso bolso mercantil,
Querido símbolo da festa,
Da armada aliança do Brasil. (bis)

______________________________________


Tá no blog do Noblat: "Sabe qual é a notícia mais lida no portal UOL nas últimas duas horas? Não, não é aquela sobre a absolvição de Renan Calheiros pelo Senado. Essa é a segunda mais lida. É a notícia sobre a decisão da revista Playboy de fazer novas fotos da jornalista Mônica Veloso para sua edição de outubro. Mônica havia sido fotografada para a edição de setembro. Mas aí não gostou de algumas fotos. Reuniu-se, hoje, com a direção da revista e acertou que voltará a posar. É segredo quanto ela ganhou para posar nua. Mas ela terá também uma participação na venda da revista. Quanto mais a revista vender mais ela ganhará".

Osama nas alturas... Prece brasileira...





Cantemos juntos:

Santo, Santo é; Santo, Santo é;
Deus do universo, ó Senhor Javé (2x)
O céu e a terra Vos proclamam Glorioso.
Hosana, Hosana nas alturas,
Bendito o que vem, em nome do Senhor.
Hosana, Hosana nas alturas. Hosana, Hosana ao Rei
. (2x)

O Senhor é Santo (3x)

O Senhor é nosso Deus, O Senhor é nosso Pai.
Que o Seu reino de amor, se estenda sobre a terra.
Bendito o que vem, em Nome do Senhor. (2x)
Hosana, Hosana, Hosana.




SOBRETUDO É PRECISO TER FÉ!

BRASILEIROS PROCLAMAM SUA FÉ:
OSAMA NAS ALTURAS NO REINO DE RENAN.
RENAN O SENHOR É SANTO
SANTO É...
ACM OLHAI POR NÓS
O SENHOR É NOSSO PASTOR
E NADA NOS FALTARÁ
DIVIDA COMIGO A MALA
SANTO, SANTO, SANTO...
OSAMA NAS ALTURAS
BENDITO O QUE VEM
EM NOME DA GAUTAMA
OSAMA NAS ALTURAS
RENAN O SENHOR É SANTO
ACM ROGAI POR NÓS
O PLENÁRIO VOS PROCLAMA
GLORIOSO...

AMÉM!

12 setembro, 2007

Rei rei rei RENAN é nosso REI

"Em votação secreta, o plenário do Senado Federal absolveu o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), da acusação de quebra de decoro parlamentar por usar dinheiro da empreiteira Mendes Júnior para o pagamento de pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha fora do casamento. Quarenta senadores votaram contra a destituição, 35 defenderam a destituição e 6 parlamentares não votaram."


Vejam bem 40 contra 35 que com + 6 = 41
Uauuuuuuuuuuuu
Que matemática perfeita!
Será houve algum tipo de negociata?
Não! Claro que não!
São todos os políticos tão confiáveis!
Tão honestos!
Tão novatos!
Gente estou muito feliz!
Nós somos representados por esta estirpe.
A cara do Brasil brasileiro.
Somos desse tipinho.
Quem não se enquadra que mude de país.
Uauuuuuuuuuuu
Faltava um rei, nesse país colonial.
Agora achamos! Rei Rei Rei Renan é nosso REI!
Será Lula o primeiro ministro?

Sou súdita dessa realeza!
vossas majestades, eu vos seguirei!
Junto a vós, roubarei!
Com vós, mentirei!
A partir de vós, me criarei!


Agora ninguém segura, que reine a picaretagem!
A corrupção!
Quero chupar o osso até dar dor de barriga!
Não largarei a costelinha,
enquanto não acabar o tutu, ops, tutano, ops, o osso...


Junto a vós, viverei!
Em segredo, votando, vos protegerei!
Amém!




Que reine o mundo dos justos!

?!?!?!?!??!

11 setembro, 2007

Há sempre torres para se tombar...



Baco, quadro de Michelangelo Caravaggio

Velhas e novas: descobertas
Há sempre torres para se tombar...


11 de setembro / 2007

Por Solange Pereira Pinto



Hoje me lembrei do atentado às “Torres Gêmeas” quando fui ao médico pegar mais uma receita de Zetron (cloridrato de bupropiona indicado para o tratamento da dependência à nicotina). Lá nos demos conta ao anotar a data no receituário: 11 de setembro de 2007.

Pela “fúria”, “sadismo” ou “vingança” (não se sabe), há seis anos quase três mil pessoas morreram nos Estados Unidos. Fiquei pensando em quantos “atentados e mortes“ sofri nos últimos anos. Sei que o cigarro, companheiro de 22 anos, muito me atacou por duas décadas. Sei, também, que a cervejinha, o vinho, o uísque, a vodka – integrantes do convívio social – muitos neurônios apagaram (a memória também).

Realmente têm coisas que não me recordo. Quantos porres, os diálogos completos, os retornos ao lar etc. Da mesma forma, é difícil falar o que me leva a derrubar essas duas torres tão bem erguidas e fincadas na minha vida: o cigarro e a bebida.

São drogas permitidas e viciam sim. Dão um prazer momentâneo, sim. Servem de pilares para muitas fases, fossas, finitudes, sim. São, ainda, componentes de um estilo de vida, sim.

Não consigo deixar de pensar em Vinicius de Moraes e Tom Jobim: boemia, música, poesia, prazer; ou em Ernest Hemingway (prêmio Nobel de literatura, bêbado contumaz); Michelangelo Merisi da Caravaggio (pintor italiano, considerado enigmático, fascinante, e perigoso); Ringo Starr (baterista dos Beatles, o homem dos anéis); Edgar Allan Poe (romancista, precursor da literatura de ficção científica e fantástica modernas); Maysa (cantora que quanto mais bebia melhor cantava); Elis Regina... Lima Barreto... dentre uma lista sem fim (não nos esquecendo dos geniais chamados “loucos”).

Diferentes pessoas, diferentes épocas, diferentes lugares, e alguns (ou vários) hábitos semelhantes. Apenas um estilo de vida ou uma incapacidade de ser diferente? Onde está a senha, a chave da saída, o novelo de Ariadne? Por que se entra no labirinto do Fauno ou no do Minotauro? E, em que momento se começa a construir torres gêmeas, trigêmeas, quíntuplas: álcool, tabaco e outras drogas? Na escuridão da noite ou na clareza dos pensamentos e emoções? Mais um Tostines, por favor.

Recentemente, uma amiga me questionou: “se bebe por que é depressivo ou se é depressivo por que se bebe?” Atônita recordei-me de Tostines, do ovo e da galinha e para aonde vamos e de onde viemos, essas coisas sem explicação.

O fato que o “estilo de vida” notívago, boêmio, pode propiciar experiências que o dia não nos permite. É na madrugada que perambulam os humanos demasiadamente humanos. As vidas “errantes”. Haveria algum glamour num comportamento assim? Quem sabe um sofrimento inigualável? A inquietude da lucidez?

Dizem que os dependentes oscilam. “Alternam mitomania com auto-estima rasteira; euforia e depressão; excesso de peso e cuidados com a saúde; recolhimento e exibição pública; fantasias e visões agudas da realidade”. Novamente, Tostines.

Entretanto, como derrubar as torres companheiras do dia-a-dia? Aquelas, belas e altas, que lhe contam tantas aventuras, experiências e lhe fazem esquecer o que precisa ser esquecido. Por que tirá-las da paisagem? Por serem torres invasivas? Quem é o terrorista, o algoz? Quem é criador, quem é criatura?

Foi num átimo. Como um infarto. Como um espirro. Como um piscar. Como um suspiro. Não vou mais beber e nem fumar. Como assim? Vou derrubar de uma vez por todas esses “alicerces”; vou jogar no chão as torres de espadas; vou destruir o Minotauro para salvar Creta.

Recordei. Eu já havia morrido tantas vezes. Cada decepção. Cada amadurecimento. Cada transição. Cada desistência. Cada conquista. Eu, também, já havia derrubado muitas torres. Vergonhas. Complexos. Ignorâncias. Temores. Tostines?

Haverá mais mortes, mais derrubadas, mais feridos, mais cicatrizes, enquanto se viver. Fúria? Vingança? Medo? Masoquismo? Libertação? Sei que sozinha não entro em certas lutas. Já entrei em duas batalhas e desisti.

Agora, armei o exército: cardiologista, especialista em anti-tabagismo, caminhadas diárias, água com gás na boemia, Zetron 300 mg, adesivos de Niquitin, pressão da filha de seis anos, apoio dos amigos, da família e do namorado, reserva no lounge do restaurante Japonês.

As novas velhas descobertas. “Mais do mesmo”, como se diz por ai. Perguntei ao médico: “vou tomar Zetron para sempre, né?”. “Não, claro que não. Pode criar dependência”. “Aham”, pensei. “E qual é o problema? Diabético não toma insulina para sempre?”. “Sim. Vicie-se em esporte, que também libera endorfina e tal e coisa serotonina”. “Aham”, gargalhei por dentro.

Deixo registrado aqui: sei que vencerei a guerra contra o cigarro. Talvez me vicie em caminhadas e corridas (tudo é possível). Contudo, não sei quando será o próximo 11 de setembro, o dia escolhido para se dar o golpe a “la Pinochet” ou para derrubar o campanário que se ergue daqui em diante.

O que mudou em mim? “Tostines é fresquinho por que vende mais ou vende mais por que é fresquinho?” Há sempre torres para se tombar... As velhas novas descobertas...

08 setembro, 2007

Livro do dia: A caligrafia de Dona Sofia





Hoje li vários livros de estória ao voltar da Feira do Livro que acontece aqui em Brasília (uma feira bem ruinzinha por sinal). Dentre os nove livros que minha filha escolheu, passando pelas dezenas de estandes(poderia se chamar Feira Infantil do Livro), me saltou os olhos A caligrafia de Dona Sofia, de André Neves.

Belissímamente ilustrado, o livro traz poesia. Traz o encantamento da leitura e a descoberta do mundo de papel, que supera (e muito) o real. Apesar de ser das Edições Paulinas o livro não fala da religião católica, mas sim da "religião" literária, aquela que nos faz "religar" os pontos soltos às peças embaralhadas de nossas cabeças e imaginação.

Salpicando poemas entre as cores de cada página, o autor nos enche de reflexões, como, por exemplo, "para as rosas, escreveu alguém, o jardineiro é eterno", de Machado de Assis.

Em outro ponto destaca-se: "todos os dias deveríamos ler um bom poema, ouvir uma linda canção, contemplar um belo quadro e dizer algumas bonitas palavras. Pensar é mais interessante que saber, mas é menos interessante que olhar", Goethe.

O tempo breve que durou a leitura (apenas 37 páginas com farta ilustração)não me impediu de ficar por horas a pensar e observar...

Então, termino - esta dica - com um poema de Roseana Murray, que inicia o livro:


"O livro é a casa
onde se descansa
do mundo.

O livro é a casa
do tempo,
é a casa de tudo.

Mar e rio
no mesmo fio,
água doce e salgada.

O livro é onde
a gente se esconde
em gruta encantada".




Acho que depois disso não é preciso dizer mais nada... soll

07 setembro, 2007

Música do dia

A idade do céu


Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu

Não somos o que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu

Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu

Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Ou um capricho do sol

No jardim do céu
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu

Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu

Paulinho Moska

____________________

Hoje fomos ao primeiro show do Mercosul Musical, CCBB.
Fantástico! Lindo! Inovador!
Sem palavras para dizer o quanto foi interessante assistir Jorge Drexler e Arnaldo Antunes. O evento é coordenado por Paulinho Moska que é também genial. Bato palmas, ainda, para a percusão.
Imperdível.
A temporada continua (com outros músicos) até 29 de setembro.

Meu orkut...

Sorte de hoje: Você terá uma velhice muito confortável

Será que é pq comecei a caminhar, parei de beber e de fumar?

ai, ui, ei.... que seja além de confortável muito SAUDÁVEL!

01 setembro, 2007

Arte e criatividade para aliviar a semana!

Oi pessoal,

Trago hoje a dica de um blog que traz belos desenhos, estampas, artesanato etc.


Nada melhor do que ver o que tá rolando por aí e criar também!

Veja que interessante:
































As imagens acima são do Print & Pattern . Vale conferir...

31 agosto, 2007

Dilema: Ética ou sobrevivência?

Por Solange Pereira Pinto


Olhei o contracheque e nele não reconheci 20 anos de trabalho e 36 anos de estudos. Estava lá, em menos de quatro dígitos, o resultado dos meus investimentos ao longo desta vida de quatro décadas. Acho que mamãe esqueceu de me dizer que vivo num país que não dá a menor bola para o conhecimento e sim para os conhecidos e outras coisinhas.

Tudo bem, escolheu mal, dirão. Ser professora, o grande erro. Acreditar na transformação, na evolução, humana? Terrível equívoco. Optar pelo que se gosta e tem prazer, nos limites dos valores que aprendi em casa? Loucura.

Mas, questionei, procurei, observei para, enfim, reconhecer a desgastada frase: “a culpa é da mãe”. E, é mesmo, pelo menos da minha mãe. Ela ensinou a ética, a honestidade, a cooperação, a solidariedade, o respeito ao próximo, a dignidade, o afeto, o acolhimento, a sinceridade... Pior, ela me ensinou o caminho dos livros, do saber, do questionamento, do senso crítico, do estudo. Minha mãe sempre primou pelo estudo, tanto que até hoje sigo nesse caminho - sem tréguas. Contudo, sair da ignorância pode ter sido minha estupidez... Porém, mamãe não deixou claro que eu viveria a fase adulta em uma época às avessas. Talvez, nem ela soubesse, em sua ingenuidade, o que estava por vir.

Sobreviver seguindo o fluxo da maioria ou seguir princípios éticos? Mais uma escolha! Tomara, que eu seja iluminada para, desta vez, não errar.



Vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar

Enquanto a Elisa Lucinda, a poeta, propaga, só de sacanagem, a esperança imortal; minha amiga Fernanda está sofrendo de ética por querer também sua fatia do bolo; a Cacau, por sua vez, padece de desgosto governamental; e eu resolvi ser picareta para não morrer arrastada e presa aos valores que nada significam ou princípios que de nada servem na atualidade.

Hoje, roubarei para alimentar meus filhos, pois roubaram meus direitos constitucionais. Não tenho moradia, não tenho emprego, não tenho estudo.

Minha casa é um lugar de princípios morais e éticos.

Hoje, falsificarei documentos para ganhar uma facilidade aqui outra acolá, pois quando eu mostro mesmo quem sou, não tenho crédito, não sou confiável.

Sou mulher íntegra, idônea.

Hoje, se possível, comprarei diplomas e vagas em concursos, porque preciso ter uma vida digna e ser uma cidadã reconhecida. Mal existo. Não tenho rosto, nem imagem. Sou invisível.

Persigo a sabedoria mais que erudição.

Hoje, furtarei roupas bonitas em lojas, sapatos novos também, porque de chinelos e vestidos rotos não sou respeitada como gente. Não entro em qualquer lugar. Não tenho direito de “ir e vir”. Sou escancaradamente barrada. Estou presa à pobreza.

Vivo de maneira simples e sincera.

Hoje, furarei filas contando dramas inventados para conquistar a piedade e uns vales para o lanche das crianças.

Pratico diariamente a honestidade e a lealdade.

Hoje, fingirei uns desmaios para lucrar com a boa-fé do outro.

Tenho prazer em acolher e ser solidária.

Hoje, atropelada serei por um carro oficial para conseguir uma indenização do Estado. Quem sabe uma aposentadoria por invalidez.

Procuro ser justa, e por isso acredito nos sistemas estatais.

Hoje, farei um gato para puxar energia e água da rua. Cansei de viver no sujo, no frio, no escuro.

Não pego o que não me pertence.

Hoje, invadirei um terreno para construir um barraco de papelão. A gente adoece ao relento. Isso não é vida não.

Pagos meus impostos em dia.

Hoje, sobreviverei para depois voltar a ser aquela que acredita que viver eticamente é um princípio humano, a base da evolução.

Discutindo ética e sobrevivência, outro dia ouvi: “quem não sobrevive não tem vida. Quem não vive não tem como ter princípios, ética ou valores. A vida deve ser o princípio mais valioso do ser humano”.

Hoje, escolherei a estrada mais curta. Não tenho forças para andar por muito tempo. Meus pés estão grossos de percorrer asfaltos em vão. Minhas mãos estão calejadas de carregar pesos que não são somente meus. Meus olhos miravam o horizonte azulado, que os prédios altos de hoje me impedem enxergar. Escolherei a estrada mais rápida, e se tiver algum obstáculo, certamente, derrubarei ou irei pulá-lo.

Eu acredito no ser humano.

Velório virtual?!?!




Oh, Céus! Acabo de descobrir uma pérola: existe velório virtual. Comentando com uma amiga sobre a "novidade", ela disse: "é... só minhas aulas inúteis de doutorado é que são presenciais"...

Amigaaaaaaaaa, você disse tudo! Do presencial ao virtual é melhor defuntos on-line que alunos distantes hahahaha


Para saber mais: www.urbam.com.br"Nesta seção você poderá acompanhar o velório de um ente querido pela internet.O velório virtual é um novo serviço oferecido pela Urbam às famílias que utilizam qualquer uma das quatro salas de velório do Complexo Funerário de São José dos Campos. Este é um recurso moderno e inovador por meio do qual as famílias podem fazer uso da tecnologia para romper a barreira da distância física, permitindo àqueles que estão longe compartilhar do momento de despedida do ente querido. A partir de uma câmera conectada à pagina de internet da URBAM são disponibilizadas imagens do velório em tempo real. Também é possível enviar mensagens de condolências para a família através do link de e-mail.
O serviço de velório virtual só é liberado quando a família autoriza a transmissão junto à administração da Funerária.
Como Utilizar:
Para visualizar o Velório em tempo real, clique no símbolo correspondente a câmera da sala desejada. Caso seja solicitada a instalação do plugin da câmera, é necessário aceitar a instalação para a visualização da imagem em seu computador.Para enviar mensagem para a família, clique no símbolo correspondente a mensagem e siga as instruções".





Não existem velórios virtuais no momento, obrigado.

28 agosto, 2007

Lula-lá e os 40 "ladrões"

A arte imita a vida ou a vida imita a arte?


No caso do Brasil a ciranda-cirandinha é tão rodada que não se sabe quem vem antes.


Hoje, o STF decidiu tornar réus em ação penal todos os 40 acusados pela Procuradoria Geral da República de envolvimento no caso do 'mensalão' (suposto esquema de desvio de dinheiro público e de compra de apoio político no Congresso).


Resolvi comentar a notícia, mas para não cair (novamente) no lugar comum, consultei no "google" - Ali Babá e os 40 ladrões. Não me surpreendi ao ver que em milhares de páginas na internet constam a analogia da história das "Mil e uma noites" com a história do Lula e os 40 réus do mensalão.



Eu, sinceramente, ignorava (na plenitude) a história contada por Cheherazade ao seu esposo Chahriar. Então, resolvi pegar meu exemplar (Ediouro)e da página 405 a 430 tomei conhecimento integral da narrativa e dos personagens.


Sintetizando, Ali Babá conheceu o segredo dos 40 ladrões, que guardavam riquezas numa gruta que se abria ao "abra-te, sésamo". Foi lá, abriu, pegou umas moedas de ouro e voltou pra casa. Contou à esposa o ocorrido. Essa, por sua vez, foi buscar na cunhada (casada com Cassim, irmão rico de Ali Babá) um medidor para saber quanto ouro o marido tinha "pego" na gruta (para ele não é ladrão quem rouba de ladrão). A cunhada que era esperta, havia passado sebo no medidor, para descobrir o que Ali Babá iria medir. Quando o medidor foi devolvido, tinha na base presa uma moeda. A mulher de Cassim disse-lhe "enquanto você conta moedas, Ali Babá mede sua riqueza". Invejoso que era, Cassim foi à casa do irmão descobrir a origem da prosperidade. Ali Babá teve que contar ao irmão sob chantagem. Cassim, para se dar bem, foi até a gruta buscar objetos valiosos. Chegou em frente à rocha e falou a senha. Entretanto, ao ir embora não se lembrava das palavras mágicas e disse "fecha-te, cevada" (e não "fecha-te, sésamo"). A porta, é claro, não se fechou e ele foi morto pelos 40 ladrões e o chefe da quadrilha, Codja Hussan. Na tentativa de saber como havia sido descoberto o segredo, dividiu o cadáver de Cassim em quatro partes e colocou na gruta para afugentar outros "espertalhões". Ali Babá, alertado pela cunhada preocupada com a demora do marido, resolveu ir ao esconderijo e trouxe os restos mortais do irmão. Contou toda história à escrava Morjana, que, por várias páginas da história, salvou seu amo da morte-vingança planejada pelo chefe do bando dos 40. O final da história é feliz para os que sobreviveram e, talvez, triste para os que morreram. Claro que não vou contar aqui o que aconteceu.

Voltando à notícia, para mim, o melhor do STF ter acatado as denúncias e tornado réus os 40 (veja lista abaixo) foi o fato de me fazer abrir, ao final desta noite de terça-feira, o livro das Mil e uma noites para conhecer melhor a história de Ali Babá.

O que irá acontecer com os quarenta-mensaleiros no STF não tenho a menor idéia. Se Lula é um Ali Babá, os partidos aliados são os escravos que lhe salvam, mantendo-o no poder. Ou seria ele Codja Hussan?

Em outra hipótese: Codja Hussan, o chefe do bando do 40 ladrões, por analogia, deve ser José Dirceu, que, assim como na história de Cheherazade, usava disfarces para matar Ali Babá (Dirceu já fez plásticas para se disfarçar...). Ou quem sabe o careca Marcos Valério e/ou /Delúbio com suas manobras abra-te, mala! abra-te, cueca!

Cassim, o invejoso-desmemoriado, talvez, possa ser representado pelos milhões de brasileiros que mal chegaram à universidade, tão se achando, mirando-se no exemplo do carismático Presidente da República das mil e uma noites tropicais. Ou teriam outros políticos fazendo o papel de "companheiro-irmão-ricö-mas-quero-o-seu-lugar"?

As esposas e as cunhadas da história são as esposas e as cunhadas da história... Não precisa explicar, né?

No fim das contas, a imprensa e a opinião pública devem ser as palavrinhas mágicas: "abra-te, tribunal", "condene-os, tribunal". Bem, até que outra notícia tome lugar a mídia arranje outros personagens para opinião pública esquecer a senha de dizer "reeleja-se, PT".

Encontrar as personas e suas respectivas máscaras é um papel da PF, dar andamento ao teatro é papel do MP, e finalizar o espetáculo é responsabilidade do Judiciário.

Enquanto, quem sabe, pequena parcela da população seja Cheherazade, que toda noite conta uma história ao seu esposo Chahriar na esperança de salvar a si mesma, até o dia seguinte...



______________________________




OS RÉUS NO SUPREMO E OS CRIMES DE QUE SÃO ACUSADOS


José Dirceu (ex-ministro da Casa Civil) - corrupção ativa e formação de quadrilha
José Genoino (ex-presidente do PT) - corrupção ativa e formação de quadrilha
Delúbio Soares (ex-tesoureiro do PT) - corrupção ativa e formação de quadrilha
Silvio Pereira (ex-secretário geral do PT) - formação de quadrilha
Duda Mendonça (publicitário) - lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Zilmar Fernandes (sócia de Duda Mendonça) - lavagem de dinheiro e evasão de divisas
José Borba (ex-deputado federal pelo PMDB-PR) - corrupção passiva
Roberto Jefferson (ex-deputado federal pelo PTB-RJ) - corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Romeu Queiroz (ex-deputado federal pelo PTB-MG) - corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Emerson Palmieri (ex-tesoureiro do PTB) - corrupção passiva e lavagem de dinheiro
José Janene (ex-deputado federal, PP-PR) - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
Pedro Henry (deputado federal, PP-MT) - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
Pedro Corrêa (ex-deputado federal, PP-PE) - corrupção corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
João Cláudio Genu (ex-assessor do PP) - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
Enivaldo Quadrado (empresário) - formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Carlos Alberto Quaglia (empresário) - formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Valdemar Costa Neto (deputado federal pelo PR-SP) - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
Jacinto Lamas (ex-tesoureiro do PL) - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
Bispo Rodrigues (ex-deputado federal do PL-RJ) - corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Antônio Lamas (ex-tesoureiro do PL) - lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
Breno Fischberg (empresário) - formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Marcos Valério (publicitário) - corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisas
João Paulo Cunha (deputado federal pelo PT-SP) - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato
Luiz Gushiken (ex-ministro) - peculato
Paulo Rocha (deputado federal PT-PA) - lavagem de dinheiro
Anita Leocádia (assessora parlamentar) - lavagem de dinheiro
João Magno (ex-deputado federal PT-MG) - lavagem de dinheiro
Professor Luizinho (ex-deputado federal PT-SP) - lavagem de dinheiro
Anderson Adauto (ex-ministro dos Transportes) - lavagem de dinheiro e corrupção ativa
José Luiz Alves (ex-assessor de Anderson Adauto) - lavagem de dinheiro
Simone Vasconcelos (ex-diretora da SMPB) - lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisas
Geiza Dias (ex-auxiliar da diretoria das empresas de Valério) - lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisas
Rogério Tolentino (advogado) - lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
Cristiano Paz (publicitário) - corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisas
Ramon Hollerbach (publicitário) - corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisas
Kátia Rabello (ex-presidente do B. Rural) - gestão fraudulenta de instituição financeira, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
José Roberto Salgado (ex-vice-presidente do B. Rural) - gestão fraudulenta de instituição financeira, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Ayanna Tenório - (ex-vice-presidente do B. Rural) - gestão fraudulenta de instituição financeira, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
Vinícius Samarane (ex-diretor do B. Rural) - gestão fraudulenta de instituição financeira, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Henrique Pizzolato (ex-diretor do BB) - peculato (2x), corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Experimentando o humor no trânsito





Hoje, minha filha fez uma experiência. Estávamos no carro, indo para "mil" lugares, quando ela resolveu dar um "tchau" aos motoristas que estivessem atrás do nosso.

Mais do que isso, ela resolveu contabilizar quantos homens e mulheres retribuiriam o sinal.

Cada vez que ela abanava a mãozinha acenando um tchau ficava a esperar a reação dos motoristas e co-pilotos que aleatoriamente se encontravam nas ruas de Brasília.

Tarde quente, estacionamentos lotados, fomos de casa até o fim da Asa Sul, depois à Praça dos Tribunais, em seguida voltamos ao lar-doce-lar.

Rodamos uns quilômetros e o placar final foi: 14 x 9.

Perguntei: "quem ganhou? Homens ou mulheres?"

Ela respondeu: "os homens, porque parece que as mulheres não são tão gentis".

Questionei-me: "será que existem mais homens ao volante durante a tarde e por isso o score maior? ou as mulheres no corre-corre são mesmo mais, digamos, "mau-humoradas"?

Não sei responder, porém a Lulu me disse: "mãe, tem mulher que não dá tchau não".

Pois é pessoal, vamos sorrir e retribuir ainda que a TPM esteja ao volante.

E, parabéns aos homens que ainda conseguem ser gentis e sorridentes ao ver uma criança brincando de acenar...

São Longuinho darei três pulinhos






Como reza a tradição, quem perder alguma coisa é só pedir ao São Longuinho que ele ajuda a achar, e depois é só dar três pulinhos (provavelmente de alegria por ter encontrado o que havia perdido).


Eu perdi uma pasta cheia de documentos que me causou enorme transtorno desde sexta passada. Então, ganhei uma imagem de São Longuinho para me acalentar no desespero.
Claro que eu prometi os três pulinhos e, finalmente, encontrei a sacola com a pasta perdida. Ufa! Já dei os pulinhos de alívio.


Para saber mais sobre São Longuinho clique aqui

27 agosto, 2007

Hino Nacional patrocinado - cante com "eles"




Clique na imagem para ampliar e cante o hino do Brasil hahahahha

22 agosto, 2007

Síndrome visual do computador - Atenção blogueiros!

EVITE A SÍNDROME VISUAL DO COMPUTADOR


Para evitar que seus olhos sofram com a Síndrome Visual do Computador:
• Sente-se a 50 cm de distância do monitor que deve estar a uma altura de 20 graus abaixo do nível dos seus olhos. A parte de trás deve estar a um metro do seu corpo.
• Posicione as luzes do ambiente de modo a evitar reflexos na tela. Use tela anti-reflexiva se necessário.
• Nunca use óculos escuros para diminuir os reflexos dos objetos na tela.
• Faça esforço para piscar freqüentemente com o objetivo de lubrificar os olhos.
• Evite infecções. Não esfregue os olhos com os dedos sujos.
• A cada 15 minutos desvie os olhos do micro e olhe para longe para relaxar a acomodação dos olhos.
• Pare de olhar para o monitor a cada duas horas. Dê um descanso de 10 minutos. Olhe para o infinito.
• Mantenha os óculos com a correção óptica adequada e procure usar lentes de boa qualidade, limpas e sem arranhões. Mesmo pequenos erros refracionais podem acentuar o desconforto causado pelo computador.
• Dê preferência às lentes anti-reflexo.
• Quando chegar em casa, faça uma compressa com água fria com lenço, gaze ou algodão durante cinco a 10 minutos. Os fenômenos elétricos, reações fotoquímicas da visão, esquentam os olhos e apesar deles terem mecanisnos próprios para dispersão do calor, colocar uma compressa faz bem.
• É preferível trabalhar em telas com fundo branco e caracteres pretos, para que o olho não receba tanta luminosidade.
• Sala escura e computador também não combinam, pois a máquina será fonte de luz intensa contra os olhos.


Fonte: Dr. Benedito Antônio Sousa, assessor técnico para a prevenção da Cegueira do Ministério da Saúde e Dra. Patrícia Almeida, da Unidade Oftalmológica de Brasília

21 agosto, 2007

Trocando os livros pelos celulares

É incrivel como a gente passa grande parte da vida tentando entender aquilo que nos tira (ou nos põe) no trilho, e, de repente, uma simples matéria no Fantástico/Rede Globo lhe economiza anos de terapia.


Ontem, ao assistir ao quadro “Emprego de A a Z”, com o consultor particular de carreira Max Gehringer, pude constatar minha incompetência profissional. Nem preciso dizer o quanto me encolhi diante de um gigante como ele (seu primeiro emprego, aos 12 anos, foi de auxiliar de faxina. O último: presidente da Pullman. Atualmente, palestrante global). Logo ele que, “no auge de uma carreira bem-sucedida que o levou à direção de grandes empresas (Pepsi, Elma Chips e Pullman), tomou uma decisão raríssima no mundo corporativo: abriu mão do poder e das mordomias de alto executivo para dedicar seu tempo a escrever e a fazer palestras pelo Brasil”. Por que será?


Voltando ao Fantástico, a chamada era: quem está procurando um emprego e não consegue, apesar de ter um bom currículo, precisa aprender uma palavra nova: networking”. Uau, finalmente vou sair da lama, pensei. Atenta que só, vidrei na TV 29 polegadas, mirei os olhos azuis do Gehringer e sorvi cada palavra do super-consultor (especialista em Marketing e Consultor de Empresas, tendo formação acadêmica em Economia com pós-graduação pela Fundação Getúlio Vargas e Mestrados e Doutorado na PUC RJ, Harvard e Cambridge).


Passados os minutos da matéria, pasmei! Ou eu não entendi nada, ou tudo compreendi. Minha leitura sintética: para se ter um emprego é preciso, praticamente, puxar-saco para ser lembrado; que as habilidades (e competência) profissionais não são quase nada diante de um bom marketing pessoal; e, principalmente, saiba reconhecer e se aproximar da pessoa certa”. Acompanhe:


Nota-se que nossa cultura da panelinhas nada evoluiu (apenas se sofisticou), quando Gehringer diz que “no Brasil, esta prática (dos contatos) já completou 507 anos... Quando Pero Vaz de Caminha escreveu para o rei de Portugal anunciando o descobrimento do Brasil, ele aproveitou para pedir a transferência do genro da África para Lisboa... No passado, existiram várias palavras para quem furava a fila e conseguia um emprego: cunha, pistolão, peixada e QI, a sigla para ‘quem indicou’. Todas essas palavras queriam dizer mais ou menos o seguinte: um incompetente conseguiu um emprego só porque conhecia a pessoa certa. Isso era justo? Claro que não... O networking tem um sentido bem diferente”.


Ahn? Como assim? Qual é a diferença do networking para as mencionadas palavrinhas em português, senão por ser um termo em inglês? Não servirá a “rede de relacionamentos/contatos” para o mesmo objetivo que a tal “peixada” ou “pistolão”?


O consultor bem que tenta demonstrar que o networking difere do “QI - Quem Indica” (o caso do incompetente que conseguiu um emprego só porque conhecia a pessoa certa). Entretanto, ao mesmo tempo, argumenta que “conhecer a pessoa certa vai fazer toda a diferença para a nossa carreira”, que se deve “conhecer a pessoa certa, que pode ser útil na hora certa”. E, acrescenta, “se você não tem curso superior, sequer você passa da portaria da empresa. Só que aí a porta é muito estreita, não vai passar todo mundo. Provavelmente vai passar aquele que alguém vai botar a mão nas costas e diz ‘entre, por favor’’".


Sinceramente? Não saquei a diferença do inglês "networking" para o português "QI".


O consultor também ensina: “então, a grande referência aqui, pela quantidade de pessoas que ele conhece e vai conhecer é exatamente o professor. Descubram o dia do aniversário dele, qual é o cantor favorito, né? Mandar um CD... ‘Professor Ivan, seu sorriso me cativou’, aquelas coisas assim, né?” E, resume “um bom currículo, cheio de cursos, ou um passado com muita experiência, levam alguém até a porta da empresa. Networking é conhecer quem tem a chave que abre a porta”.


Pode-se constatar, pelas falas, que a faculdade deve ser mais um lugar para se fazer boas amizades, que o cafezinho no intervalo do curso tal é mais importante que o conteúdo, em si, a ser adquirido etc. Talvez, esteja aí a falha daquele que aproveita o intervalo para estudar ao invés de desfilar. Talvez, esteja aqui o demérito daquele que acredita mais no conhecimento da profissão do que nos conhecidos profissionais.


Faço uma ressalva, discordo da afirmativa “networking é conhecer quem tem a chave que abre a porta”, pois melhor mesmo é conhecer o dono do prédio inteiro. A garantia é maior, uma vez que conteúdo, habilidades e competência profissionais são artigos de segunda “catiguria” nesse país do quem conhece quem.


Finalmente, agora que currículo não é o fundamental, eu aprendi a lição: é melhor largar – urgentemente – os livros teóricos, filosóficos, literários e grudar os olhos na TV domingueira, porque o Fantástico me trouxe a salvação. Amanhã mesmo, vou ao shopping comprar um vestido novo, depois cortar os cabelos, com direito a chapinha, passar um belo batom e visitar uns conhecidos de outrora. Nada como vistoriar a agenda numa segunda-feira entediante. Ah, sem querer fazer o anti-networking, se alguém souber de algum bico por aí, estou à disposição.

____________________________________________

P.S.
A seguir os links para a matéria veiculada no Fantástico
____________________________________
veja o vídeo
ou leia o texto

19 agosto, 2007

Frase do dia: ler blogs é melhor que ver Faustão ou

Frase domingueira copiada do Diário de Bordo da grande Manoela


"O meio está em toda a parte. Curvo é o caminho da eternidade"

(Assim falou Zaratustra, p. 224)

Blogueiros

Dica de hoje: um blog inteligente

Em tempo de Morangos, veja aqui

Enquanto não blogava III















Na abstinência virtual, eu pintei.
Peguei uma tela antiga (pintada em 1999) e reciclei.


Parece uma eterna reciclagem minha vida...


A grande Fê perguntou (dois posts abaixo): "e depois da mudança já se encontrou?"

Fê, ainda não.


Às vezes acho que sim.
Em seguida a sensação é
de vazio,
de não.
________________________
Auto-retrato sem ponto final

Vou me perdendo
e me encontrando
sem muitas certezas
vou vivendo
muitas recaídas
vários tropeços
algumas alegrias
vou me tornando
pior
melhor
igual
sei lá
vou me fragmentando
para juntar depois
os cacos
as perdas
os encontros
para talvez repintar
essa eu-tela
estranha
obscura
ora luminosidade
ora sombra
por vezes
natureza morta
noutras abstrata
simbolista
pós-moderna
arcaíca
dadaísta
com muitas demãos
de tinta nova
massa endurecida
solventes
pigmentos
pincelada por
chatos
macios
caros
baratos
vou perdendo
e encontrando
o tom
nas cores misturadas
que se transformam
em marrom
vou perdendo
e encontrando
a luz
quando cubro
de branco
outra vez
tornando-me limpa
voltando-me ao nada
para outra paisagem
para uma passagem
repinto
contudo não sei
em que posição ficar
se lá, pendurada
numa parede qualquer
se cá, encostada
na porta da sala
criando coragem ou
esperando bondade
quem sabe?
ou se...
reciclando
fico mesmo feliz
em cima do cavalete
com as mãos
encontrando
pouco a pouco
uma nuança
meus matizes
ou se...



Soll, domingo, 17h37min, 19/08/2007

18 agosto, 2007

Lula censura!!! Relaxa e compra...





O governo Lula pressionou a Peugeot a retirar comercial do ar, simplesmente porque fazia uma sátira (bem-feita)sobre a gafe da ministra Marta Suplicy, que mandou - em alto e bom tom - o Brasil "relaxar e gozar" na crise aérea.

Já não sei o que é ditadura, o que é democracia, o que é ignorância, o que é fome, o que é bolsa família, o que é bolsa pós-doc.

Aliás, já nem sei quem sou... PUTA QUE PARIU, não consigo relaxar... ai ai

Para mais detalhes veja aqui

Enquanto não blogava II

Escritório antes







Escritório depois








Enquanto não blogava em julho passado, fazia mudança!
Vejam o escritório antes e depois.
A trabalheira foi colocar os livros em ordem.
pois, o pessoal da mudança "fez a gentileza" de MISTURAR TUDO!
aff!
demorei, mas arrumei heheh.

11 agosto, 2007

Existe faculdade séria

Gente, realmente, parece que existe ensino superior levado a sério! Veja o programa de Jornalismo da Facamp! e leia a matéria sobre o método lá aplicado... vale a pena!




Pedagogia do rigor



Com aulas em período integral, avaliações dissertativas e intolerância à cola, a Faculdade criada há sete anos alcança nota máxima em três cursos no Enade

por Carolina Cassiano



Criada há sete anos por três dos professores que fundaram a Unicamp - Liana Aureliano, João Manuel Cardoso de Mello e Luiz Gonzaga Belluzzo -, a Faculdade de Campinas (Facamp) tem um projeto muito peculiar. Dona de três dos oito cursos paulistas avaliados com duplo 5, a Facamp, vizinha da Unicamp, chama a atenção pelo rigor com que trata os estudos.




São apenas oito cursos, todos eles em período integral, das 8h às 17h. O projeto pedagógico prevê que a formação dos estudantes contenha diversas disciplinas de humanidades e exatas, ao longo de vários semestres. Não se trata de um ano com disciplinas básicas de conhecimentos gerais. São três ou até os quatro anos de curso de aprofundamento em áreas como Sociologia, Finanças, Filosofia, História Geral e do Brasil, Economia, Informática, entre outras.


Português e Inglês são tratadas de forma especial: ambas são ministradas por, no mínimo, três anos. Jornalismo tem quatro anos de língua portuguesa, fora as aulas de redação. Inglês é organizada em seis estágios (do básico ao avançado). O aluno entra no estágio mais adequado a seu conhecimento pregresso e atingir o sexto estágio é meta obrigatória para todos os alunos. Há ainda outras seis etapas opcionais de inglês, de nível avançado, com vistas a alcançar a proficiência plena.


Toda disciplina deve ter três avaliações individuais dissertativas, a cada semestre. A média para passar de semestre é sete. Em sete anos, já se somam 27 casos de expulsão da faculdade, quase todas elas por cola. "Cola aqui é falta grave", explica Liana Aureliano.


O vestibular é todo dissertativo e anual - embora o curso seja semestral. Atualmente, a escola tem 2.060 alunos, que se espalham pelo campus de 70 mil metros quadrados, cheio de verde, com ares de uma pequena cidade universitária. "Não aceitamos ultrapassar os 3.400 alunos nem criar novos cursos. Recebemos três propostas de franquias e não aceitaremos nunca", diz Liana. Este ano, o vestibular teve 1.751 candidatos concorrendo às 800 vagas, mas só foram preenchidas 620 vagas, para manter o nível desejado.


A cada fim de semestre, os alunos que estiverem entre os 10% com piores resultados são chamados para conversar. Boa parte deles é encaminhada para um dos três sistemas de monitoria: com o professor da matéria, que fica até duas horas por dia à disposição dos alunos depois da aula; com algum dos monitores, ex-alunos da Facamp e hoje mestrandos da Unicamp contratados para isso pela Facamp; ou um colega de classe do aluno que está com dificuldade.


Estudante do quinto semestre de administração, Bruna Gabriel Lourenço estava com dificuldades nas disciplinas de exatas. "Sempre me esforcei bastante, mas tinha dificuldade porque ficava presa aos detalhes e não via nada de forma sistemática", diz. Bruna procurou pela diretora Liana para pedir ajuda. "Não pedi ajuda antes por orgulho. Mas cheguei à conclusão de que, se não pedisse, não ia conseguir terminar o curso", lembra. Há um ano, começou a ser orientada, individualmente, por um ex-aluno, hoje mestrando da Unicamp, três vezes por semana, por algumas horas seguidas. "Hoje consigo me organizar melhor e sei que vou conseguir chegar bem ao fim do curso", conta.


Em todos os cursos, o estágio só é permitido no último ano. Para colocar a mão na massa, os alunos são estimulados dentro das disciplinas. Em administração, no sexto semestre, os alunos têm uma disciplina chamada Tópicos Avançados de Administração, que pede que os alunos comandem um processo de consultoria para uma empresa real.



Os alunos visitam uma empresa, levantam problemas, sugerem melhorias. A disciplina amarra os saberes de todas as matérias ministradas para executar o projeto, que é apresentado para uma banca examinadora. "Não raro empresários vêm assistir à análise da consultoria", diz Nivaldo Pilão, coordenador do curso de administração da Facamp. Esse tipo de proposta segue também pelo sétimo e oitavo semestres, nos quais os alunos devem criar um plano de negócios e fazer uma feira com os empreendimentos desenvolvidos.



No Enade, o trabalho apresentou resultados. Ao passo que os ingressantes obtiveram nota 40.3, os concluintes de administração da Facamp alcançaram a nota 56.1 e índice IDD 2.406. "Formamos um multiespecialista e não um generalista, porque fazemos que estude muito mais sobre todas as disciplinas relevantes para a formação dele", analisa Pilão. O coordenador diz que o estofo teórico e cultural denso é a base que ajuda a garantir espaço no mercado ao administrador. "Não há reserva de mercado para administrador. A reserva de mercado para ele é a competência e não o diploma", diz.



A instituição não cobra para o aluno cursar uma DP, o que deixa os professores confortáveis para reprovar o aluno tantas vezes quantas forem necessárias. "Deixamos 60% da turma de exame em economia e a reprovação chegou a 30%. Se reprovarmos todos os alunos, montaremos outra turma, sem problemas", diz Pilão. "O modelo da escola é de quem está disposto a estudar. Se não estiver disposto, perguntamos para os pais se não querem procurar outra escola", acrescenta Pilão.



O rigor continua no caso dos cursos de jornalismo e propaganda, também avaliados com nota máxima no Enade. "A disciplina aqui é igual à de colégio, mas é bom porque a necessidade faz você aprender a se auto-regular, a ser bem rigoroso consigo", diz André Monteiro, aluno do quinto semestre de jornalismo multimídia. Na classe de André, estudam apenas 14 alunos. "Isso acaba ajudando muito, porque é quase uma aula particular", diz. "O que mais dá qualidade para o curso é o fato de ser em período integral e ainda ter matérias optativas para complementar o currículo", opina Paulo Vaz, colega de classe de André.


Carlos Drummond, coordenador do curso de jornalismo da Facamp (chamado de jornalismo multimídia), diz que a peculiaridade mais marcante do curso é a importância que se dá à formação humanística. "Esta é a base do perfil de jornalista que queremos formar: alguém a serviço do interesse público e com conteúdo de alto nível", diz. Drummond diz que o próximo desafio é aumentar a autonomia intelectual do aluno. "Vamos desenvolver um projeto com esse objetivo nos próximos seis meses", conta.



Esse cuidado com o aluno é o que levaria a resultados expressivos no Enade. Tanto em jornalismo como em propaganda, a Facamp atingiu o índice IDD de 2.844, considerado bem alto. A formação geral dos futuros jornalistas atingiu nota 67.5, e dos publicitários 61.3. No conteú­do específico, a nota subiu de 38.8 dos ingressantes para 55.5 dos concluintes, no caso dos jornalistas; e de 37.5 para 53.0, entre os publicitários.



Apesar de serem muito cobrados, os alunos recebem apoio constantemente. "Aqui jornal-laboratório só vai para a gráfica quando está bom. O aluno refaz a reportagem quantas vezes for necessário", diz o coordenador.



O curso de propaganda e marketing era, em 2003, um curso de publicidade e propaganda. O foco mudou nos últimos anos e virou propaganda e marketing. "Detectamos a necessidade de uma carga maior de marketing, para que o profissional esteja apto a atuar em agências e nos departamentos de marketing", diz Helder de Melo Moraes, coordenador do curso da Facamp.



Uma das particularidades é a carga pesada de psicologia do consumidor, economia do consumo e sociologia do consumo, que recebem os estudantes. "O aluno aqui entende de grupos de convívio. Porque não se pode estabelecer comunicação com o público sem conhecê-lo bem", diz o coordenador. Segundo o professor, a faculdade leva o aluno a ser um bom estrategista e a se desvestir de preconceitos. "Ensinamos que todo público tem anseios iguais, só o poder aquisitivo é diferente", explica.



Já no final do segundo ano de curso, os alunos apresentam para uma banca uma proposta de uma campanha, com todos os passos reais. O trabalho é desenvolvido no Núcleo Prático, uma cadeira que agrega os saberes de criação, planejamento, mídia, fotografia, marketing e computação gráfica. "Os trabalhos e as avaliações aqui exigem que a gente relacione uma matéria com a outra, como sociologia e planejamento, por exemplo. Isso mudou meu jeito de estudar, porque passei a ver tudo como um conjunto e a interligar tudo", diz Lucas Aguiar, estudante do quinto semestre de propaganda e marketing. "Na escola eu não estudava nada, eu deduzia um pouco e estudava o que precisava mesmo. Aqui tenho de estudar e me sinto bem preparado", diz Thiago Amaral, colega de Lucas.



Lucas e Thiago participam da agência de propaganda da Facamp, que trabalha voluntariamente para entidades assistenciais. Lucas é autor de uma campanha vencedora do Concurso da Câmara Americana de Comércio (Amcham), cujo tema era a apresentação de produtos brasileiros fora no país. Intitulada "Brazil com Z: muito mais do que sementes", a campanha mostrava sementes de árvores nativas brasileiras formando a imagem de uma sandália brasileira de sucesso internacional.



Atualmente o curso se divide a partir do terceiro ano, quando os alunos escolhem focar o curso em propaganda (com disciplinas como direção de arte e redação) ou em marketing (mais administração e finanças). Para próximas turmas, a idéia é antecipar essa escolha para o segundo ano.



Fonte: Revista Ensino Superior

08 agosto, 2007

Pilantragem





Electrolux nunca mais!


Em 2004 (janeiro), ganhei de Natal (ano 2003 rss) uma máquina de lavar roupas. Mamãe-noel (minha mãe mesmo) acabou com a aflição do tanque e de mãos rachadas.

Como dinheiro não dá em árvore, foi nas CASAS BAHIA, em 10 vezes sem juros, que a possibilidade de centrifugar roupas me veio.

E, naquele papo de vendedor querendo "empurrar" mais facilidades ao cliente, decidimos (e pagamos) pela "garantia complementar" - "oferecida" pelas Casas Bahia.

Então, pela fábrica a "Lavadora Electrolux LM06 12 programas" poderia ter assistência técnica até janeiro de 2005.

Claro que, em geral, equipamentos quebram após a garantia. Entretanto, como havia pago a tal garantia complementar - de dois anos (até janeiro/2007) - estava mais segura.

Ledo engano! A máquina pifou em julho de 2005. Liguei para a assistência técnica parceira das Casas Bahia, a tal QUALITEC (Brasília, DF). O técnico veio fez o "conserto".

Tudo ia muito bem até a garantia complementar acabar também. hahahahah. O MESMISSIMO PROBLEMA DE 2005 VOLTOU mês passado.

Claro que liguei nas Casas Bahia para reclamar e saber qual era o defeito do passado e qual a solução dada à época.

A funcionária-robótica-casas-bahia deu informações rasas, após, obviamente, eu falar com outras duas. Eu que ligasse na Qualitec para saber mais. E que a garantia estava finalizada e que ela não podia nada fazer!

Claro que essa seria a conclusão da loja-tão-legal. A tal Qualitec também disse que nada podia fazer... well, well, Manoel....

Então, páginas amarelas nas mãos liguei para uma assistência técnica BRASTEMÁQUINAS (SCLN 216). O técnico veio e disse que deveria trocar o "conjunto tanque completo" pela bagatela de R$ 260,00. Ele (óbvio) levaria a máquina para a oficina e traria dois dias após. Ah, ele disse que esse modelo electrolux dava muito problema e que o técnico anterior tinha feito um "serviço de porco" ao grudar com silicone o tubo do pressostato.


Como, voltando, dinheiro não dá em árvore na selva urbana, eu liguei para uma autorizada Electrolux - a REFRICENTER. Disse ao telefone o problema da máquina (não batia as roupas e vazava água por trás). O técnico veio, olhou e disse que precisava trocar o "tubo do pressostato" e que ficaria em R$ 54,00 a peça e a mão-de-obra, e que na mesma hora ele poderia arrumar.

Bom, pensei, de R$ 260,00 para R$ 54,00 há distância. Então vamos nessa. Ele arrumou, testamos e a máquina funcionou. Perguntei pelo serviço anterior (o feito pela Qualitec em 2005 durante a garantia Casas Bahia) e ele disse que era mesmo um serviço "mal-feito", pois deveria ter sido trocado o tal tubo e não colado com silicone.

Ou seja, durante a garantia complementar tive um "arranjo" e não um conserto. Coisa mal feita mesmo! De porco, como diria o técnico anterior.

Perguntei sobre a troca do tanque completo (sugerido pela Brastemáquinas) e o técnico disse que ele estava perfeito, que provavelmente a máquina seria levada, o tubo trocado, e um ABSURDO COBRADO.

E viva a picaretagem! Lembrei do quadro do Fantástico sobre "consertos" de carros e eletrodomésticos... É fácil enganar o consumidor!!!


Fritada dos ovos? Fiquei um mês sem máquina de lavar funcionando, fui enganada por duas assistências técnicas, as Casas Bahias se eximiu de qualquer responsabilidade e quando eu tive saco irei ao Procon contar tudo isso que você acabou de ler por aqui...

Enquanto não blogava I





Na ausência virtual pintei um sofá!

O pobre coitado estava com aquele tom "preto-desbotado-amarronzado-cor-de-burro-quando-foge". Então, a encomenda para que ele ficasse "mais apresentável".

Que tal?


Eu gostei e os donos também hehehe

Finalmente!


Eu no espelho

Parece que na vida algumas coisas precisam de um tempo, sobre o qual não fazemos ou temos qualquer intervenção ou controle.


Semana passada, cá estava eu. Chateada por não conseguir postar fotos, pois, tinha um monte de coisas para compartilhar com meus amigos e leitores virtuais.


Isso, realmente, me incomodou. Fiquei desanimada de postar. Abandonei temporariamente o blog...


Porém, hoje, na quietude do pôr-do-sol, vim aqui "testar". Descrebte e um pouco vazia de desejo e vontade, para minha surpresa: o ícone de postar fotos havia voltado.Da mesma forma que sumiu, ressurgiu...


Sem uma proximidade, sem um aviso. Assim, do "nada".



Procuro os arquivos fotográficos. Uma antiga digital do ano passado. Auto-retrato. Eu me olho no espelho e vejo o quanto alguns fatos resultam de escolhas dentre tantos outros "do nada".


A lembrança.


De repente, comecei ser professora.
Foi "de repente"?
Na infância quis ser professora...
Bem, minha mãe era professora quando eu era criança.
Eu queria ser professora, gostava de brincar de professora ou queria ser minha mãe ou como ela?
Não sei responder.
Não deve ter sido do nada nem de uma escolha "consciente".


Da mesma forma, por ser professora, comecei a blogar.

Foi assim de repente...


De repente ou do "nada" escolhi ou apenas aconteceu?


Ler, escrever, mostrar, compartilhar, ter prazer não devem ser "do nada".



Agora que as fotos voltaram, me olho no espelho e me lembro de uma frase de filme: "o tempo é certeiro, o ponto de vista (ou a "vista") é que muda diante de infinitos ângulos e possibilidades".


Já pensei que vida corresse ao "acaso", já pensei que tudo viria do "nada", já acreditei que minhas escolhas ditariam um rumo.



Resta, agora, uma foto virtual de uma imagem que já esteve refletida em um espelho. A imagem sumiu. O espelho mostra outra face. Meu rosto não é o mesmo. Nem o seu.

02 agosto, 2007

Eita eita 2

Caramba gente, eu QUERO BLOGAR E NÃO CONSIGO!!!!


As configurações estão loucas!



O ícone de fotos sumiu!



Tá tudo maluco por aqui!!!


Os espaçamentos não são obedecidos...




Será que terei que trocar de blog?


buááááááá

01 agosto, 2007

Eita eita

O que está havendo com o blogspot? NÃO CONSIGO MAIS POSTAR FOTOS!!!
HELPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP