31 maio, 2011
Olhar Digital : Central de Vídeos : Prezi: crie apresentações bem legais com este agregador de ideias
30 maio, 2011
Correio Braziliense - Revista do Correio - (Proteja) as senhas da sua vida
Até que ponto conseguimos nos proteger de uma exposição que possa prejudicar a vida pessoal e a profissional? Como os
O que é meu é meu
Etiqueta digital
Críticas ao trabalho, ao chefe, ao marido... Fotos de biquíni no verão passado, imagens do namorado, dos filhos… Tudo isso foi publicado e pode ser visto e lido por milhões de pessoas. Mas é isso mesmo que você quer tornar público? Estudioso de redes sociais, o relações públicas búlgaro Maxin Behar faz essa pergunta aos clientes e amigos que lhe consultam. Em 2009, ele decidiu reunir alguns conselhos na publicação 111 regras no Facebook (Ed. Leopardo). O livro ressalta a importância de se portar bem na maior rede social do mundo. Selecionamos cinco dicas desse manual:
- Nunca se leve a sério demais;
- Não seja arrogante nem autoritário;
- Quanto mais amigos você tiver, maior a chance de ter mais inimigos;
- Nunca tente enganar ninguém;
- Aprender a usar a tecla “delete” é a arte mais sublime da comunicação on-line.
Longe da vista dos pais
Minha vida, um livro aberto
Cuide-se
Muitas ferramentas da internet guardam dados que podem ofender sua privacidade, informa o consultor de mídias digitais Marcelo Minutti. No blog colunistas.ig.com.br/tecnozilla, ele lista as mais (potencialmente) indiscretas:
- Blogs (Blogspot, Wordpress, Bloglines)
- Álbuns de Foto (Picasa, Flickr, AOL Pictures, WebShots)
- Sites de Vídeos (YouTube, iLike, MSN Vídeos)
- Redes Sociais (Facebook, Orkut, MySpaces, Yahoo! 360)
- Mecanismos de busca na Web (Google, Yahoo! Buscas, MSN Buscas)
- Mecanismos de busca no PC (Google Desktop, Windows Vista)
- Barras de Ferramentas (Yahoo, Microsoft, Google)
- E-mails gratuitos (Yahoo, Hotmail, Gmail)
- Mensagens Instantâneas (Live Messenger, Yahoo Messenger, Google Talk)
- Mapas digitais (MSN Maps, Yahoo Maps, Google Maps, Google Earth)
-Sites de comércio eletrônico (Amazon, Submarino, Americanas.com)
29 maio, 2011
ZAZ Cinema - Repulsa ao Sexo
Polanski aborda esquizofrenia sem compaixão em Repulsa ao Sexo
Lacanianos são loucos por cinema. O próprio Lacan adoravaEl, de Luis BuÏuel, gostando de exibir o filme, que passou comoO Alucinado no Brasil, para seus discípulos. Considerava-o a abordagem perfeita de um caso de paranóia. Não há como deixar de pensar em Lacan, BuÏuel e El, mas também em Alfred Hitchcock e Psicose, a respeito de Repulsa ao Sexo. O filme de Roman Polanski reestréia amanhã. É um clássico, excepcionalmente bem-feito, mas também coloca problemas que ultrapassam os domínios da estética e ingressam no território da ética. Repulsa ao Sexo é perfeito como abordagem de um caso de esquizofrenia. Mas falta a compaixão que poderia tornar mais emocionante para o espectador o processo de desintegração da personalidade de Carol, a manicure interpretada por Catherine Deneuve. (Não deixa de ser curioso, a propósito, comparar o filme de Polanski com Instituto de Beleza Vênus, de Tonie Marshall, que usa o mesmo cenário numa perspectiva diferente, até mesmo mais fantasiosa.) Se é verdade que o cinema começa e se dilata na epiderme dos atores, o primeiro trabalho de Polanski foi com a bela Catherine. Ele a esvazia de toda expressão e descobre, por trás daquele rosto de anjo, uma dimensão doentia, realçada pelos gestos mecânicos, como o irritante esfregar das mãos ou a maneira de tirar da roupa vestígios de uma sujeira imaginária.Nesse sentido, Repulsion(título original) prepara o caminho para A Bela da Tarde, que BuÏuel fez em 1967. Terá BuÏuel visto Repulsa ao Sexo? Ninguém nunca fez a pergunta ao mestre espanhol. Pelo menos a resposta nunca apareceu publicada. Já Polanski viu, com certeza, os filmes de BuÏuel. Há ecos de O Anjo Exterminador em Repulsa ao Sexo. E mais - aquele trio de velhinhos deformados que passa com sua música, nas ruas de Londres, talvez seja a imagem mais buÏueliana que BuÏuel não filmou. Pode-se discutir o título brasileiro, que condiciona mal o espectador. Pois embora o sexo seja decisivo e até fundamental como se percebe no desfecho, no olhar da garota no retrato (fique atento para quem ela dirige sua atenção), a repulsa é mais ampla e generalizada. Nos 105 minutos do filme, o espectador acompanha o processo de alheamento de Carol, a forma como ela suprime suas pontes com o mundo e isola-se na doença que a leva ao crime. Alguns críticos gostam de discutir se Repulsa ao Sexo é tão ou mais assustador do que Psicose. Pois Polanski cria o que não deixa de ser um shocker - um filme de terror cujo objetivo deliberado é assustar. Ele mesmo conta isso em sua autobiografia - Roman.
Simultaneamente, o filme dá substância psicológica ao processo vivido por Carol. Não é só o movimento final de câmera que desvenda o segredo da fratura mental da heroína - à maneira do Rosebud de Orson Welles, no desfecho de Cidadão Kane. Passo a passo, degrau a degrau, cenas e situações são armadas para expor, quase clinicamente, o que o desfecho termina iluminando.
Desconcerto - Em 1965, quando o filme surgiu, desconcertou os críticos, ao mesmo tempo que produziu admiração. Muita gente não conseguia entender o cosmopolitismo de Polanski - a trajetória sinuosa que o levou de Varsóvia a Paris e daí a Londres e Hollywood. A carreira iria mudar mais ainda - com novos filmes de gênero, no cinema americano, como o terror de O Bebê de Rosemary e o noir Chinatown (a obra-prima do diretor). O que une todos esses filmes, malgrado as diferenças de produção e até de estilo, é um certo humor (negro) e a atração pela origem do mal.
Carol avança por um corredor - mãos surgem das paredes e percorrem seu corpo; o pretendente a namorado a beija e ela corre a lavar a boca; o operário que ela cruzou na rua surge à noite para violá-la, sucessivamente, e tudo isso alimenta a repulsa da personagem, que termina liberando sua pulsão assassina. Carol é criminosa porque é doente, mas Polanski, ao examiná-la como um entomologista, mantém a distância e não estimula a compaixão do espectador - o que Hitchcock fez no admirável Marnie, as Confissões de uma Ladra, quando o próprio mestre do suspense deu um passo à frente de Psicose. "Marnie" reedita Norman Bates, em versão feminina, com a diferença de que pode ser curada. Um dos grandes momentos do filme (e de toda a obra de Hitchcock) é o grito de Tippi Hedren - "Alguém me ajude, pelo amor de Deus." Essa mesma angústia foi expressa (já que se trata mesmo de uma obra-prima expressionista) por Fritz Lang no clássico M, o Vampiro de Dusseldorf, quando o personagem de Peter Lorre, outro enfermo, é acuado pelo submundo do crime. Ele grita, desesperado, e aquela mão que pousa sobre seu ombro representa a nossa compreensão, enquanto espectadores, do triste, mas verdadeiro, espetáculo da miséria humana.
É essa complexidade que falta em Repulsa ao Sexo. Polanski recorre aos clichês de filmes de horror, mas nem Carol nem o pesadelo em que ela vive no apartamento fechado conseguem ser tão devastadores como o Noah Cross que John Huston criou com tanta genialidade em Chinatown. Polanski mostra ali o mal em sua expressão mais acabada, o que faz daquele filme com Jack Nicholson e Faye Dunaway a experiência mais memorável da carreira do diretor.Pode-se discutir Repulsa ao Sexo, mas se trata, com certeza, de uma obra impressionante. A maneira como Polanski usa o som (o sino), os atores (Catherine é maravilhosa), os detalhes, enfim - o progressivo apodrecimento do carneiro, as batatas que desenvolvem raízes, as rachaduras nas paredes -, tudo isso revela que se trata de um verdadeiro homem de cinema. Impressiona mais ainda, ou mais do que tudo, a importância que ele atribui ao cenário, transformando o próprio apartamento num personagem. Ele altera suas dimensões reais - expande as peças e os corredores, movimenta paredes e faz largo uso da grande-angular para que o público possa sentir o pleno efeito da visão distorcida de Carol. Pode-se até não gostar do filme, mas é impossível deixar de admirá-lo como cinema. Polanski ainda faria coisas melhores. Era grande e é essa constatação que torna ainda mais decepcionantes seus trabalhos recentes - Lua de Fel e O Último Portal apontam para a decadência do diretor.
(Luiz Carlos Merten/Agência Estado)
28 abril, 2011
25 abril, 2011
COMO RECONHECER UM BRASILIENSE DE VERDADE:
- Você se sente confortável com a umidade do ar em torno de 10%;
- Você conhece os ministros e deputados como "o pai daquele cara da faculdade";
- Ao dirigir, você fica meio paranóico com os limites de velocidades 60, 70 e 80 e mais um montão de pardais;
- Você, de fato, pára o carro na faixa de pedestres;
- Ouve dizer "é bem pertinho"! e pensa tranqüilamente em 50 km ;
- Todo fim-de-semana tem churrasco (casa do amigo, família, clube, etc.);
- Você se sente à vontade com endereços em coordenadas cartesianas;
- Sabe que se for a um endereço na quadras 300, 100 e 200 irá a um apartamento bom; mas nas 400 terá que subir escadas e nas 700 terá de procurar vagas nas calçadas das casas;
- Você chama os amigos de seus pais de "tio" e "tia";
- Você vê alguém fazer barbeiragem no trânsito e diz: "Só pode ser goiano!";
- Acha que de mar, o nosso céu não tem nada, e na primeira oportunidade, dá uma escapada para praia;
- Saco cheio quando chegam os seus parentes querendo conhecer a Torre e a Esplanada;
- Você reclama para o amigo: "Não tem nada para fazer nessa cidade". Mas fica indignado quando alguém de fora reclama que em Brasília não tem nada para fazer;
- Você reluta, reclama e a noite acaba indo comer pizza no Primo Piatto, porque durante o dia já almoçou no Girafas;
- Sabe perfeitamente o que significa quando alguém diz: "Eu moro no Lago";
- Vê crianças gostarem tanto de descer para brincar "debaixo do bloco" ou nas pracinhas das cidades satélites;
- Pelo menos cinco pessoas do seu círculo de amizade fazem Direito;
- Fica irritado quando te perguntam se já viu o presidente, como se ele fosse nosso vizinho;
- Você acha que casa com piscina é a coisa mais normal do mundo;
- Você sabe que ir ao "Gilberto" não quer dizer visitar alguém;
- Sabe que Samambaia não é uma planta;
- Que Riacho não é nenhum córrego;
- Quando diz "Vou ao Shopping" sabe-se que isso só pode significar ir ao Parkshopping, se não, diria "Vou ao Pátio", ou "Vou no Conjunto", ou "Vou ao Alameda" ou "Vou ao Taguá";
- Já passou um carnaval ou feriadão em Caldas Novas ;
- Morre de rir, ou de raiva, nas vésperas de feriados, quando te dizem: "o último que sair (da cidade) apaga a luz";
- Sabe que pra ir à padaria você leva, pelo menos, 20 minutos para se arrumar;
e se... você concordou com mais da metade deste e-mail... você realmente é brasiliense!
22 abril, 2011
21 abril, 2011
vida e cultura
Será que a higiene, os livros e a tecnologia educam 19 janeiro, 2011
17 janeiro, 2011
maridos e esposas
LOJA DE MARIDOS
Foi inaugurada em New York , The Husband Store, uma nova e incrível
loja, onde as damas vão escolher um marido..
Na entrada, as clientes recebem instruções de como a loja funciona:
Você pode visitar a loja APENAS UMA VEZ!
São seis andares e os atributos dos maridos à venda melhoram à medida
que você sobe os andares.
Mas há uma restrição: pode comprar o marido de sua escolha em um andar
ou subir mais um.
MAS NÃO PODE DESCER, a não ser para sair da loja, diretamente para a rua.
Assim, uma dama foi até a loja para escolher um marido.
No primeiro andar, um cartaz na porta:
Andar 1 - Aqui todos os homens têm bons empregos.
Não se contentando, subiu mais um andar...
No segundo andar, o cartaz dizia:
Andar 2 - Aqui os homens têm bons empregos e adoram crianças.
No terceiro andar, o aviso dizia:
Andar 3 - Aqui os homens têm ótimos empregos, adoram crianças são
todos bonitões.
“Uau!”, ela disse, mas foi tentada e subiu mais um andar.
No andar seguinte, o aviso:
Andar 4 - Aqui os homens têm ótimos empregos, adoram crianças, são
bonitos e adoram ajudar nos trabalhos domésticos.
“Ai, meu Deus”, disse a mulher, mas continuou subindo.
No andar seguinte, o aviso:
Andar 5 - Aqui os homens têm ótimos empregos, adoram crianças, são
bonitões, adoram ajudar nos trabalhos domésticos, e ainda são
extremamente românticos.
Ela insistiu, subiu até o 6º andar e encontrou o seguinte aviso:
Andar 6 - Você é a visitante número 31.456.012 neste andar.
Não existem homens à venda aqui.
Este andar existe apenas para provar que as mulheres são impossíveis de agradar.
Obrigado por visitar a Loja de Maridos.
LOJA DE ESPOSAS
Posteriormente, abriu uma loja do outro lado da rua, a Loja de
Esposas, também com seis andares e idêntico regulamento para os
compradores masculinos.
No 1º andar, mulheres que adoram fazer sexo.
No 2º andar, mulheres que adoram fazer sexo e são muito bonitas.
Os andares 3, 4, 5 e 6 nunca foram visitados.