22 agosto, 2007

Síndrome visual do computador - Atenção blogueiros!

EVITE A SÍNDROME VISUAL DO COMPUTADOR


Para evitar que seus olhos sofram com a Síndrome Visual do Computador:
• Sente-se a 50 cm de distância do monitor que deve estar a uma altura de 20 graus abaixo do nível dos seus olhos. A parte de trás deve estar a um metro do seu corpo.
• Posicione as luzes do ambiente de modo a evitar reflexos na tela. Use tela anti-reflexiva se necessário.
• Nunca use óculos escuros para diminuir os reflexos dos objetos na tela.
• Faça esforço para piscar freqüentemente com o objetivo de lubrificar os olhos.
• Evite infecções. Não esfregue os olhos com os dedos sujos.
• A cada 15 minutos desvie os olhos do micro e olhe para longe para relaxar a acomodação dos olhos.
• Pare de olhar para o monitor a cada duas horas. Dê um descanso de 10 minutos. Olhe para o infinito.
• Mantenha os óculos com a correção óptica adequada e procure usar lentes de boa qualidade, limpas e sem arranhões. Mesmo pequenos erros refracionais podem acentuar o desconforto causado pelo computador.
• Dê preferência às lentes anti-reflexo.
• Quando chegar em casa, faça uma compressa com água fria com lenço, gaze ou algodão durante cinco a 10 minutos. Os fenômenos elétricos, reações fotoquímicas da visão, esquentam os olhos e apesar deles terem mecanisnos próprios para dispersão do calor, colocar uma compressa faz bem.
• É preferível trabalhar em telas com fundo branco e caracteres pretos, para que o olho não receba tanta luminosidade.
• Sala escura e computador também não combinam, pois a máquina será fonte de luz intensa contra os olhos.


Fonte: Dr. Benedito Antônio Sousa, assessor técnico para a prevenção da Cegueira do Ministério da Saúde e Dra. Patrícia Almeida, da Unidade Oftalmológica de Brasília

21 agosto, 2007

Trocando os livros pelos celulares

É incrivel como a gente passa grande parte da vida tentando entender aquilo que nos tira (ou nos põe) no trilho, e, de repente, uma simples matéria no Fantástico/Rede Globo lhe economiza anos de terapia.


Ontem, ao assistir ao quadro “Emprego de A a Z”, com o consultor particular de carreira Max Gehringer, pude constatar minha incompetência profissional. Nem preciso dizer o quanto me encolhi diante de um gigante como ele (seu primeiro emprego, aos 12 anos, foi de auxiliar de faxina. O último: presidente da Pullman. Atualmente, palestrante global). Logo ele que, “no auge de uma carreira bem-sucedida que o levou à direção de grandes empresas (Pepsi, Elma Chips e Pullman), tomou uma decisão raríssima no mundo corporativo: abriu mão do poder e das mordomias de alto executivo para dedicar seu tempo a escrever e a fazer palestras pelo Brasil”. Por que será?


Voltando ao Fantástico, a chamada era: quem está procurando um emprego e não consegue, apesar de ter um bom currículo, precisa aprender uma palavra nova: networking”. Uau, finalmente vou sair da lama, pensei. Atenta que só, vidrei na TV 29 polegadas, mirei os olhos azuis do Gehringer e sorvi cada palavra do super-consultor (especialista em Marketing e Consultor de Empresas, tendo formação acadêmica em Economia com pós-graduação pela Fundação Getúlio Vargas e Mestrados e Doutorado na PUC RJ, Harvard e Cambridge).


Passados os minutos da matéria, pasmei! Ou eu não entendi nada, ou tudo compreendi. Minha leitura sintética: para se ter um emprego é preciso, praticamente, puxar-saco para ser lembrado; que as habilidades (e competência) profissionais não são quase nada diante de um bom marketing pessoal; e, principalmente, saiba reconhecer e se aproximar da pessoa certa”. Acompanhe:


Nota-se que nossa cultura da panelinhas nada evoluiu (apenas se sofisticou), quando Gehringer diz que “no Brasil, esta prática (dos contatos) já completou 507 anos... Quando Pero Vaz de Caminha escreveu para o rei de Portugal anunciando o descobrimento do Brasil, ele aproveitou para pedir a transferência do genro da África para Lisboa... No passado, existiram várias palavras para quem furava a fila e conseguia um emprego: cunha, pistolão, peixada e QI, a sigla para ‘quem indicou’. Todas essas palavras queriam dizer mais ou menos o seguinte: um incompetente conseguiu um emprego só porque conhecia a pessoa certa. Isso era justo? Claro que não... O networking tem um sentido bem diferente”.


Ahn? Como assim? Qual é a diferença do networking para as mencionadas palavrinhas em português, senão por ser um termo em inglês? Não servirá a “rede de relacionamentos/contatos” para o mesmo objetivo que a tal “peixada” ou “pistolão”?


O consultor bem que tenta demonstrar que o networking difere do “QI - Quem Indica” (o caso do incompetente que conseguiu um emprego só porque conhecia a pessoa certa). Entretanto, ao mesmo tempo, argumenta que “conhecer a pessoa certa vai fazer toda a diferença para a nossa carreira”, que se deve “conhecer a pessoa certa, que pode ser útil na hora certa”. E, acrescenta, “se você não tem curso superior, sequer você passa da portaria da empresa. Só que aí a porta é muito estreita, não vai passar todo mundo. Provavelmente vai passar aquele que alguém vai botar a mão nas costas e diz ‘entre, por favor’’".


Sinceramente? Não saquei a diferença do inglês "networking" para o português "QI".


O consultor também ensina: “então, a grande referência aqui, pela quantidade de pessoas que ele conhece e vai conhecer é exatamente o professor. Descubram o dia do aniversário dele, qual é o cantor favorito, né? Mandar um CD... ‘Professor Ivan, seu sorriso me cativou’, aquelas coisas assim, né?” E, resume “um bom currículo, cheio de cursos, ou um passado com muita experiência, levam alguém até a porta da empresa. Networking é conhecer quem tem a chave que abre a porta”.


Pode-se constatar, pelas falas, que a faculdade deve ser mais um lugar para se fazer boas amizades, que o cafezinho no intervalo do curso tal é mais importante que o conteúdo, em si, a ser adquirido etc. Talvez, esteja aí a falha daquele que aproveita o intervalo para estudar ao invés de desfilar. Talvez, esteja aqui o demérito daquele que acredita mais no conhecimento da profissão do que nos conhecidos profissionais.


Faço uma ressalva, discordo da afirmativa “networking é conhecer quem tem a chave que abre a porta”, pois melhor mesmo é conhecer o dono do prédio inteiro. A garantia é maior, uma vez que conteúdo, habilidades e competência profissionais são artigos de segunda “catiguria” nesse país do quem conhece quem.


Finalmente, agora que currículo não é o fundamental, eu aprendi a lição: é melhor largar – urgentemente – os livros teóricos, filosóficos, literários e grudar os olhos na TV domingueira, porque o Fantástico me trouxe a salvação. Amanhã mesmo, vou ao shopping comprar um vestido novo, depois cortar os cabelos, com direito a chapinha, passar um belo batom e visitar uns conhecidos de outrora. Nada como vistoriar a agenda numa segunda-feira entediante. Ah, sem querer fazer o anti-networking, se alguém souber de algum bico por aí, estou à disposição.

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P.S.
A seguir os links para a matéria veiculada no Fantástico
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veja o vídeo
ou leia o texto

19 agosto, 2007

Frase do dia: ler blogs é melhor que ver Faustão ou

Frase domingueira copiada do Diário de Bordo da grande Manoela


"O meio está em toda a parte. Curvo é o caminho da eternidade"

(Assim falou Zaratustra, p. 224)

Blogueiros

Dica de hoje: um blog inteligente

Em tempo de Morangos, veja aqui

Enquanto não blogava III















Na abstinência virtual, eu pintei.
Peguei uma tela antiga (pintada em 1999) e reciclei.


Parece uma eterna reciclagem minha vida...


A grande Fê perguntou (dois posts abaixo): "e depois da mudança já se encontrou?"

Fê, ainda não.


Às vezes acho que sim.
Em seguida a sensação é
de vazio,
de não.
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Auto-retrato sem ponto final

Vou me perdendo
e me encontrando
sem muitas certezas
vou vivendo
muitas recaídas
vários tropeços
algumas alegrias
vou me tornando
pior
melhor
igual
sei lá
vou me fragmentando
para juntar depois
os cacos
as perdas
os encontros
para talvez repintar
essa eu-tela
estranha
obscura
ora luminosidade
ora sombra
por vezes
natureza morta
noutras abstrata
simbolista
pós-moderna
arcaíca
dadaísta
com muitas demãos
de tinta nova
massa endurecida
solventes
pigmentos
pincelada por
chatos
macios
caros
baratos
vou perdendo
e encontrando
o tom
nas cores misturadas
que se transformam
em marrom
vou perdendo
e encontrando
a luz
quando cubro
de branco
outra vez
tornando-me limpa
voltando-me ao nada
para outra paisagem
para uma passagem
repinto
contudo não sei
em que posição ficar
se lá, pendurada
numa parede qualquer
se cá, encostada
na porta da sala
criando coragem ou
esperando bondade
quem sabe?
ou se...
reciclando
fico mesmo feliz
em cima do cavalete
com as mãos
encontrando
pouco a pouco
uma nuança
meus matizes
ou se...



Soll, domingo, 17h37min, 19/08/2007

18 agosto, 2007

Lula censura!!! Relaxa e compra...





O governo Lula pressionou a Peugeot a retirar comercial do ar, simplesmente porque fazia uma sátira (bem-feita)sobre a gafe da ministra Marta Suplicy, que mandou - em alto e bom tom - o Brasil "relaxar e gozar" na crise aérea.

Já não sei o que é ditadura, o que é democracia, o que é ignorância, o que é fome, o que é bolsa família, o que é bolsa pós-doc.

Aliás, já nem sei quem sou... PUTA QUE PARIU, não consigo relaxar... ai ai

Para mais detalhes veja aqui

Enquanto não blogava II

Escritório antes







Escritório depois








Enquanto não blogava em julho passado, fazia mudança!
Vejam o escritório antes e depois.
A trabalheira foi colocar os livros em ordem.
pois, o pessoal da mudança "fez a gentileza" de MISTURAR TUDO!
aff!
demorei, mas arrumei heheh.

11 agosto, 2007

Existe faculdade séria

Gente, realmente, parece que existe ensino superior levado a sério! Veja o programa de Jornalismo da Facamp! e leia a matéria sobre o método lá aplicado... vale a pena!




Pedagogia do rigor



Com aulas em período integral, avaliações dissertativas e intolerância à cola, a Faculdade criada há sete anos alcança nota máxima em três cursos no Enade

por Carolina Cassiano



Criada há sete anos por três dos professores que fundaram a Unicamp - Liana Aureliano, João Manuel Cardoso de Mello e Luiz Gonzaga Belluzzo -, a Faculdade de Campinas (Facamp) tem um projeto muito peculiar. Dona de três dos oito cursos paulistas avaliados com duplo 5, a Facamp, vizinha da Unicamp, chama a atenção pelo rigor com que trata os estudos.




São apenas oito cursos, todos eles em período integral, das 8h às 17h. O projeto pedagógico prevê que a formação dos estudantes contenha diversas disciplinas de humanidades e exatas, ao longo de vários semestres. Não se trata de um ano com disciplinas básicas de conhecimentos gerais. São três ou até os quatro anos de curso de aprofundamento em áreas como Sociologia, Finanças, Filosofia, História Geral e do Brasil, Economia, Informática, entre outras.


Português e Inglês são tratadas de forma especial: ambas são ministradas por, no mínimo, três anos. Jornalismo tem quatro anos de língua portuguesa, fora as aulas de redação. Inglês é organizada em seis estágios (do básico ao avançado). O aluno entra no estágio mais adequado a seu conhecimento pregresso e atingir o sexto estágio é meta obrigatória para todos os alunos. Há ainda outras seis etapas opcionais de inglês, de nível avançado, com vistas a alcançar a proficiência plena.


Toda disciplina deve ter três avaliações individuais dissertativas, a cada semestre. A média para passar de semestre é sete. Em sete anos, já se somam 27 casos de expulsão da faculdade, quase todas elas por cola. "Cola aqui é falta grave", explica Liana Aureliano.


O vestibular é todo dissertativo e anual - embora o curso seja semestral. Atualmente, a escola tem 2.060 alunos, que se espalham pelo campus de 70 mil metros quadrados, cheio de verde, com ares de uma pequena cidade universitária. "Não aceitamos ultrapassar os 3.400 alunos nem criar novos cursos. Recebemos três propostas de franquias e não aceitaremos nunca", diz Liana. Este ano, o vestibular teve 1.751 candidatos concorrendo às 800 vagas, mas só foram preenchidas 620 vagas, para manter o nível desejado.


A cada fim de semestre, os alunos que estiverem entre os 10% com piores resultados são chamados para conversar. Boa parte deles é encaminhada para um dos três sistemas de monitoria: com o professor da matéria, que fica até duas horas por dia à disposição dos alunos depois da aula; com algum dos monitores, ex-alunos da Facamp e hoje mestrandos da Unicamp contratados para isso pela Facamp; ou um colega de classe do aluno que está com dificuldade.


Estudante do quinto semestre de administração, Bruna Gabriel Lourenço estava com dificuldades nas disciplinas de exatas. "Sempre me esforcei bastante, mas tinha dificuldade porque ficava presa aos detalhes e não via nada de forma sistemática", diz. Bruna procurou pela diretora Liana para pedir ajuda. "Não pedi ajuda antes por orgulho. Mas cheguei à conclusão de que, se não pedisse, não ia conseguir terminar o curso", lembra. Há um ano, começou a ser orientada, individualmente, por um ex-aluno, hoje mestrando da Unicamp, três vezes por semana, por algumas horas seguidas. "Hoje consigo me organizar melhor e sei que vou conseguir chegar bem ao fim do curso", conta.


Em todos os cursos, o estágio só é permitido no último ano. Para colocar a mão na massa, os alunos são estimulados dentro das disciplinas. Em administração, no sexto semestre, os alunos têm uma disciplina chamada Tópicos Avançados de Administração, que pede que os alunos comandem um processo de consultoria para uma empresa real.



Os alunos visitam uma empresa, levantam problemas, sugerem melhorias. A disciplina amarra os saberes de todas as matérias ministradas para executar o projeto, que é apresentado para uma banca examinadora. "Não raro empresários vêm assistir à análise da consultoria", diz Nivaldo Pilão, coordenador do curso de administração da Facamp. Esse tipo de proposta segue também pelo sétimo e oitavo semestres, nos quais os alunos devem criar um plano de negócios e fazer uma feira com os empreendimentos desenvolvidos.



No Enade, o trabalho apresentou resultados. Ao passo que os ingressantes obtiveram nota 40.3, os concluintes de administração da Facamp alcançaram a nota 56.1 e índice IDD 2.406. "Formamos um multiespecialista e não um generalista, porque fazemos que estude muito mais sobre todas as disciplinas relevantes para a formação dele", analisa Pilão. O coordenador diz que o estofo teórico e cultural denso é a base que ajuda a garantir espaço no mercado ao administrador. "Não há reserva de mercado para administrador. A reserva de mercado para ele é a competência e não o diploma", diz.



A instituição não cobra para o aluno cursar uma DP, o que deixa os professores confortáveis para reprovar o aluno tantas vezes quantas forem necessárias. "Deixamos 60% da turma de exame em economia e a reprovação chegou a 30%. Se reprovarmos todos os alunos, montaremos outra turma, sem problemas", diz Pilão. "O modelo da escola é de quem está disposto a estudar. Se não estiver disposto, perguntamos para os pais se não querem procurar outra escola", acrescenta Pilão.



O rigor continua no caso dos cursos de jornalismo e propaganda, também avaliados com nota máxima no Enade. "A disciplina aqui é igual à de colégio, mas é bom porque a necessidade faz você aprender a se auto-regular, a ser bem rigoroso consigo", diz André Monteiro, aluno do quinto semestre de jornalismo multimídia. Na classe de André, estudam apenas 14 alunos. "Isso acaba ajudando muito, porque é quase uma aula particular", diz. "O que mais dá qualidade para o curso é o fato de ser em período integral e ainda ter matérias optativas para complementar o currículo", opina Paulo Vaz, colega de classe de André.


Carlos Drummond, coordenador do curso de jornalismo da Facamp (chamado de jornalismo multimídia), diz que a peculiaridade mais marcante do curso é a importância que se dá à formação humanística. "Esta é a base do perfil de jornalista que queremos formar: alguém a serviço do interesse público e com conteúdo de alto nível", diz. Drummond diz que o próximo desafio é aumentar a autonomia intelectual do aluno. "Vamos desenvolver um projeto com esse objetivo nos próximos seis meses", conta.



Esse cuidado com o aluno é o que levaria a resultados expressivos no Enade. Tanto em jornalismo como em propaganda, a Facamp atingiu o índice IDD de 2.844, considerado bem alto. A formação geral dos futuros jornalistas atingiu nota 67.5, e dos publicitários 61.3. No conteú­do específico, a nota subiu de 38.8 dos ingressantes para 55.5 dos concluintes, no caso dos jornalistas; e de 37.5 para 53.0, entre os publicitários.



Apesar de serem muito cobrados, os alunos recebem apoio constantemente. "Aqui jornal-laboratório só vai para a gráfica quando está bom. O aluno refaz a reportagem quantas vezes for necessário", diz o coordenador.



O curso de propaganda e marketing era, em 2003, um curso de publicidade e propaganda. O foco mudou nos últimos anos e virou propaganda e marketing. "Detectamos a necessidade de uma carga maior de marketing, para que o profissional esteja apto a atuar em agências e nos departamentos de marketing", diz Helder de Melo Moraes, coordenador do curso da Facamp.



Uma das particularidades é a carga pesada de psicologia do consumidor, economia do consumo e sociologia do consumo, que recebem os estudantes. "O aluno aqui entende de grupos de convívio. Porque não se pode estabelecer comunicação com o público sem conhecê-lo bem", diz o coordenador. Segundo o professor, a faculdade leva o aluno a ser um bom estrategista e a se desvestir de preconceitos. "Ensinamos que todo público tem anseios iguais, só o poder aquisitivo é diferente", explica.



Já no final do segundo ano de curso, os alunos apresentam para uma banca uma proposta de uma campanha, com todos os passos reais. O trabalho é desenvolvido no Núcleo Prático, uma cadeira que agrega os saberes de criação, planejamento, mídia, fotografia, marketing e computação gráfica. "Os trabalhos e as avaliações aqui exigem que a gente relacione uma matéria com a outra, como sociologia e planejamento, por exemplo. Isso mudou meu jeito de estudar, porque passei a ver tudo como um conjunto e a interligar tudo", diz Lucas Aguiar, estudante do quinto semestre de propaganda e marketing. "Na escola eu não estudava nada, eu deduzia um pouco e estudava o que precisava mesmo. Aqui tenho de estudar e me sinto bem preparado", diz Thiago Amaral, colega de Lucas.



Lucas e Thiago participam da agência de propaganda da Facamp, que trabalha voluntariamente para entidades assistenciais. Lucas é autor de uma campanha vencedora do Concurso da Câmara Americana de Comércio (Amcham), cujo tema era a apresentação de produtos brasileiros fora no país. Intitulada "Brazil com Z: muito mais do que sementes", a campanha mostrava sementes de árvores nativas brasileiras formando a imagem de uma sandália brasileira de sucesso internacional.



Atualmente o curso se divide a partir do terceiro ano, quando os alunos escolhem focar o curso em propaganda (com disciplinas como direção de arte e redação) ou em marketing (mais administração e finanças). Para próximas turmas, a idéia é antecipar essa escolha para o segundo ano.



Fonte: Revista Ensino Superior

08 agosto, 2007

Pilantragem





Electrolux nunca mais!


Em 2004 (janeiro), ganhei de Natal (ano 2003 rss) uma máquina de lavar roupas. Mamãe-noel (minha mãe mesmo) acabou com a aflição do tanque e de mãos rachadas.

Como dinheiro não dá em árvore, foi nas CASAS BAHIA, em 10 vezes sem juros, que a possibilidade de centrifugar roupas me veio.

E, naquele papo de vendedor querendo "empurrar" mais facilidades ao cliente, decidimos (e pagamos) pela "garantia complementar" - "oferecida" pelas Casas Bahia.

Então, pela fábrica a "Lavadora Electrolux LM06 12 programas" poderia ter assistência técnica até janeiro de 2005.

Claro que, em geral, equipamentos quebram após a garantia. Entretanto, como havia pago a tal garantia complementar - de dois anos (até janeiro/2007) - estava mais segura.

Ledo engano! A máquina pifou em julho de 2005. Liguei para a assistência técnica parceira das Casas Bahia, a tal QUALITEC (Brasília, DF). O técnico veio fez o "conserto".

Tudo ia muito bem até a garantia complementar acabar também. hahahahah. O MESMISSIMO PROBLEMA DE 2005 VOLTOU mês passado.

Claro que liguei nas Casas Bahia para reclamar e saber qual era o defeito do passado e qual a solução dada à época.

A funcionária-robótica-casas-bahia deu informações rasas, após, obviamente, eu falar com outras duas. Eu que ligasse na Qualitec para saber mais. E que a garantia estava finalizada e que ela não podia nada fazer!

Claro que essa seria a conclusão da loja-tão-legal. A tal Qualitec também disse que nada podia fazer... well, well, Manoel....

Então, páginas amarelas nas mãos liguei para uma assistência técnica BRASTEMÁQUINAS (SCLN 216). O técnico veio e disse que deveria trocar o "conjunto tanque completo" pela bagatela de R$ 260,00. Ele (óbvio) levaria a máquina para a oficina e traria dois dias após. Ah, ele disse que esse modelo electrolux dava muito problema e que o técnico anterior tinha feito um "serviço de porco" ao grudar com silicone o tubo do pressostato.


Como, voltando, dinheiro não dá em árvore na selva urbana, eu liguei para uma autorizada Electrolux - a REFRICENTER. Disse ao telefone o problema da máquina (não batia as roupas e vazava água por trás). O técnico veio, olhou e disse que precisava trocar o "tubo do pressostato" e que ficaria em R$ 54,00 a peça e a mão-de-obra, e que na mesma hora ele poderia arrumar.

Bom, pensei, de R$ 260,00 para R$ 54,00 há distância. Então vamos nessa. Ele arrumou, testamos e a máquina funcionou. Perguntei pelo serviço anterior (o feito pela Qualitec em 2005 durante a garantia Casas Bahia) e ele disse que era mesmo um serviço "mal-feito", pois deveria ter sido trocado o tal tubo e não colado com silicone.

Ou seja, durante a garantia complementar tive um "arranjo" e não um conserto. Coisa mal feita mesmo! De porco, como diria o técnico anterior.

Perguntei sobre a troca do tanque completo (sugerido pela Brastemáquinas) e o técnico disse que ele estava perfeito, que provavelmente a máquina seria levada, o tubo trocado, e um ABSURDO COBRADO.

E viva a picaretagem! Lembrei do quadro do Fantástico sobre "consertos" de carros e eletrodomésticos... É fácil enganar o consumidor!!!


Fritada dos ovos? Fiquei um mês sem máquina de lavar funcionando, fui enganada por duas assistências técnicas, as Casas Bahias se eximiu de qualquer responsabilidade e quando eu tive saco irei ao Procon contar tudo isso que você acabou de ler por aqui...

Enquanto não blogava I





Na ausência virtual pintei um sofá!

O pobre coitado estava com aquele tom "preto-desbotado-amarronzado-cor-de-burro-quando-foge". Então, a encomenda para que ele ficasse "mais apresentável".

Que tal?


Eu gostei e os donos também hehehe

Finalmente!


Eu no espelho

Parece que na vida algumas coisas precisam de um tempo, sobre o qual não fazemos ou temos qualquer intervenção ou controle.


Semana passada, cá estava eu. Chateada por não conseguir postar fotos, pois, tinha um monte de coisas para compartilhar com meus amigos e leitores virtuais.


Isso, realmente, me incomodou. Fiquei desanimada de postar. Abandonei temporariamente o blog...


Porém, hoje, na quietude do pôr-do-sol, vim aqui "testar". Descrebte e um pouco vazia de desejo e vontade, para minha surpresa: o ícone de postar fotos havia voltado.Da mesma forma que sumiu, ressurgiu...


Sem uma proximidade, sem um aviso. Assim, do "nada".



Procuro os arquivos fotográficos. Uma antiga digital do ano passado. Auto-retrato. Eu me olho no espelho e vejo o quanto alguns fatos resultam de escolhas dentre tantos outros "do nada".


A lembrança.


De repente, comecei ser professora.
Foi "de repente"?
Na infância quis ser professora...
Bem, minha mãe era professora quando eu era criança.
Eu queria ser professora, gostava de brincar de professora ou queria ser minha mãe ou como ela?
Não sei responder.
Não deve ter sido do nada nem de uma escolha "consciente".


Da mesma forma, por ser professora, comecei a blogar.

Foi assim de repente...


De repente ou do "nada" escolhi ou apenas aconteceu?


Ler, escrever, mostrar, compartilhar, ter prazer não devem ser "do nada".



Agora que as fotos voltaram, me olho no espelho e me lembro de uma frase de filme: "o tempo é certeiro, o ponto de vista (ou a "vista") é que muda diante de infinitos ângulos e possibilidades".


Já pensei que vida corresse ao "acaso", já pensei que tudo viria do "nada", já acreditei que minhas escolhas ditariam um rumo.



Resta, agora, uma foto virtual de uma imagem que já esteve refletida em um espelho. A imagem sumiu. O espelho mostra outra face. Meu rosto não é o mesmo. Nem o seu.

02 agosto, 2007

Eita eita 2

Caramba gente, eu QUERO BLOGAR E NÃO CONSIGO!!!!


As configurações estão loucas!



O ícone de fotos sumiu!



Tá tudo maluco por aqui!!!


Os espaçamentos não são obedecidos...




Será que terei que trocar de blog?


buááááááá

01 agosto, 2007

Eita eita

O que está havendo com o blogspot? NÃO CONSIGO MAIS POSTAR FOTOS!!!
HELPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP

31 julho, 2007

Ginástica harmônica

Aberta à Comunidade, a Ginástica Harmônica é uma técnica psico-corporal do Sistema RIO ABIERTO (Argentina), que propõe desmecanizar e ampliar nosso repertório gestual através de:

- alongamentos,

- movimentos articulares,

- ritmos interno e externo,

- expressão corporal,

- respiração,

- voz

- relaxamento.

Tudo de uma forma lúdica e utilizando a música com seus ritmos variados como seu estímulo principal.

O resultado é a sensação de bem estar, leveza, harmonia e vitalidade física e emocional, produzindo mais tranqüilidade, ânimo, alegria e disposição para a vida.

Início: 08/08/2007

3as-feiras - às 19:00h

Local: Escola Classe da 206 sul

Facilitadoras: Adriana Pereira Borges - 33467128 / 92145950

Maria Lúcia de Jesus - 84042634

27 julho, 2007

Até que enfim

Ainda não entendo o motivo de tanto drama e comoção por causa da queda do avião da TAM, da GOL, o caso Renan, Gautama, a renúncia do corrupto Roriz, as vaias para o “chateado” Lula, seca no sertão, a fuga dos atletas cubanos, o mensalão, o Medina e os caça-níqueis, vampiros da Saúde, e por aí segue.

Se os políticos estão falando asneiras, se o tráfico está incontrolável, se o apagão aéreo cria transtornos e tal e coisa, o fato é que vivemos no Brasil. Um país de Língua Portuguesa com uma gramática praticamente insuportável e complexa, cheia de exceções, com palavras de difícil compreensão, para uma população com a maioria de miseráveis, analfabetos e sobreviventes.

Todo país passa por problemas. Por que o nosso seria diferente? Comumente há mortes no Iraque, terremoto no Japão, furacão nos EUA, guerra civil na África...

No Brasil não podia ser diferente. Há a mortalidade por seca, por fome, por trânsito, por chacinas, por armas... O interessante é quando a classe média é afetada porque jovens “bem nascidos” agridem mulheres em pontos de ônibus, aviões caem com deputados e “gente do bem”, o custo de vida aumenta, o desemprego atinge o médio. Se não fosse assim, continuaríamos paralisados.

O filme Hotel Ruanda retrata bem o comportamento humano: “se não chega algo até você não há ação”. Vemos as desgraças na TV e continuamos nosso jantar durante o plim-plim global. Somos movidos quando a catástrofe bate à nossa porta. Quando sentimos de perto a perda, o medo.

Aplaudo o governo Lula que tem conseguido manter a mídia (e o povo) atualizada quanto aos escândalos, o desgoverno, a visibilidade da podridão brasileira, da ineficiência, do amadorismo.

É isso que somos: amadores buscando imitar americanos e europeus. Acredito que em primeiro lugar deveríamos “abrasileirar” de uma vez por todas o bendito Português. Levá-lo para mais perto dos “nós vai”, “nós foi”, “dois pão”, “pobrema”, “catiguria”, “descer pra baixo”.

Temos que assumir nossa identidade. Li um americano fazendo piada no Brasil dizendo que quem fala só uma língua é americano. E, nós aqui tentando ser poliglotas sem saber a língua mãe. O povo do “uei ofi laife” não sabe nada sobre o Brasil, África ou qualquer país de terceira “catiguria”.

Claro que os “oprimidos” conhecem os opressores. Óbvio que quem apanha lembra e quem bate esquece. Mas, até quando viveremos nessa? O vôo da Gol não teve repercussão internacional, pois bateu numa aeronave pilotada por americanos.

Faz tempo que estudiosos, antropólogos, sociólogos (exceto o FHC), tentam falar sobre “identidade nacional”. Acho que finalmente chegamos até ela. Somos um país de Lulas, com vasta costa marítima, tropical, com lugares escaldantes, abaixo do equador, com história escravagista, feudal. Essa é cultura brasileira. Só não entendo a causa de um hino nacional tão inatingível e de uma língua tão inacessível para um povo tão cordial, noveleiro e carnavalesco como nós. Nosso vocabulário não precisa ser rico, as palavras principais praticamente conhecemos: corrupção, preconceito, exclusão e desigualdade social. Né, brother?

Com todo respeito aos que sofrem as catástrofes que acometem o país nos últimos tempos, até que enfim “parece” que a “bela adormecida” está por despertar. “Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce... Deitado eternamente em berço esplêndido Ao som do mar, e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América”...

Até quando?

26 julho, 2007

Balada dos Casais

(Affonso Romano de Sant'Anna)

Os casais são tão iguais,
por isto se casam
e anunciam nos jornais.
Os casais são tão iguais,
por isto se beijam
fazem filhos, se separam
prometendo
não se casarem jamais.

Os casais são tão iguais,
que além de trocar fraldas,
tirar fotos, acabam se tornando
avós e pais.

Os casais são tão iguais,
que se amam e se insultam
e se matam na realidade
e nos filmes policiais.

Os casais são tão iguais,
que embora jurem um ao outro
amor eterno
sempre querem mais.

25 julho, 2007

Desconfigurado!

meu blog novamente desconfigurado... ai ai ai... o que está havendo com o mundo?

23 julho, 2007

E agora?

As férias se foram e eu continuo lotada de pendências. Por que a vida é assim?, diria minha amiga Selena. A arrumação da mudança finalmente aconteceu no dia 10 de julho! (detalhe: aluguei o ap. no dia 8 de junho). Assim, a família assumiu seus lugares.

Estou empolgada em fazer tapetes, cortinas, forros etc artesanais. A cabeça não pára de criar e querer enfeitar o novo lar. E a preguiça de ir à luta? My god! Queria mais uns meses para ficar fazendo crochê, bordando, criando, enfiando miçangas em nylon, arrumando fotos, fazendo álbuns... Essas coisas "pequenas" que nunca temos tempo para fezê-las, mas que quando acontecem nos dão muiiiiito prazer.

Isso também acontece com você?

Inté...

P.S. Logo mais as fotos do ap. Porém, antes tenho que terminar minha decoração he he he..

21 julho, 2007

retrospectiva - leia do fim para o começo...

Lá estava eu, feito desenho animado, dentre caixas e caixas e caixas de apetrechos e coisas variadas. Mão sabia por onde começar. Era assim que estava minha sala nova: abarrotada! Calmamente fui me desfazendo, de uma por uma, até finalizar. Gastei um mês nessa história de mudar e organizar um novo lar. Cansei, fiquei roxa, estressada, gastei, e estou muiiiito feliz!




Na mudança geral de vida, tive que fazer uma "reforma" no meu ateliê. Tive que adaptá-lo às novas situações. A surpresa foi que o prédio, no qual tenho uma sala, não permite que alguém suba com furadeira e ameaça, a quem fizê-lo, de cortar a energia da sala privativa. Nunca vi maior arbitrariedade. Em seguida, soube que o síndico é propritário de mais de 50% das salas, o que "justifica"(indecorosamente) as posições radicais de tal senhor. Na foto estão as minhas testemunhas. O estatuto não prevê a "ordem": CORTE-SE A LUZ SE HOUVER FURADEIRA! AFFF! Haja saco para mais uma demanda....

Como tudo tem um ciclo, não seria diferente com as crianças. Minha filha fez seis anos e chegou o momento da "janelinha" superior. Balança daqui, balança de lá, vai para frente, vai para trás, amoleça até cair. Claro que o medo a invadia, mas a vontade de romper o inevitável a persuadia. Ela clamava: "esse dente nunca vai cair?". Entre as tentativas e a coragem da pequenina, o dente caiu facilmente em meio a mudança na qual fazíamos. Mudança para nós, para mim e para ela. O dente se foi e outras coisas vieram.



Deixar ir embora aquilo que a gente gosta não é tarefa fácil. Meu tamanco da loja "Curto Circuito" estava para lá de velho e pequeno. Na mudança tive que me desfazer desse objeto que me contava tantas histórias e que participou muitas vezes de momentos felizes. Infelizmente, ele não mais cabia no armário. Vá bem meu tamanco de muitos encontros e despedidas...



Durante a mudança eu tive que me desfazer de muitos papéis, objetos, enfeites, e outras coisas inclusive quadros. Este de uma praia (sei lá qual é) foi embora. Talvez, ele adorne alguma parede que eu jamais saiba qual... Mudar é deixar ir embora o passado...





Há um mês parei de blogar, pois a burocracia da vida é maior que os desejos. Mudei para um apartamento de tacos soltos, torneiras que pingam, eletricidade que dá curtos. Ainda assim estou muito feliz com as mudanças. Nesse mês que passou muiiiiiita coisa houve. Algumas compartilharei aqui!


15 julho, 2007

Estou voltando...

Olá pessoal!

Provavelmente amanhã voltarei aos braços da internet!

Estou com a síndrome da abstinência virtual e tendo "trimiliques" de idéias para postar e enorme saudade dos blogs, amigoas e leitores.

Tive que entrar no Procon para desligar a NET. Sabem, né? A porcaria de TV a cabo que trata o cliente como imbecil total. Aquela empresa prepotente que manda você ficar ligando horas pedindo "opções" que não resolvem seus problemas.

A NET é tão FDP que pedi uma transferência de endereço no dia 20 de junho e até o dia 13/07 NADA!!!! Mas, quando solicitei o cancelamento prometeram a ligação no dia seguinte! Abusivos, desrespeitosos, cínicos!

Agora parti para a Mais TV. E espero não ter os mesmos problemas da BOSTANET.

Então, botem água no feijão que eu tô voltando...

beijos enlouquecidos, Soll