Carpinteiro do universo inteiro eu sou. Não sei por que nasci Não sei pois nasci para isso, e aquilo, Carpinteiro do universo inteiro eu sou. Humm...Estou sempre, Carpinteiro do universo inteiro eu sou. O meu egoismo, é tão egoísta, Não sei pois nasci para isso, e aquilo, Carpinteiro do universo inteiro eu sou. Carpinteiro do universo inteiro eu sou (Ah eu sou assim!).
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
pra querer ajudar a querer consertar
O que não pode ser...
E o inguiço de tanto querer.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
pensando em aparar o cabelo de alguém.
E sempre tentando mudar a direção do trem.
À noite a luz do meu quarto eu não quero apagar,
Pra que você não tropece na escada, quando chegar.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
que o auge do meu egoismo é querer ajudar.
Mas Não sei por que nasci
pra querer ajudar a querer consertar
O que não pode ser...
E o inguiço de tanto querer
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
No final,
Carpinteiro de mim!
______________________
10 Fevereiro, 2010
Carpinteiro do universo
09 Fevereiro, 2010
PARA NUNCA ESQUECER
você tem que ensinar pra sua filha que não é sinal de saúde tentar se adaptar a uma sociedade profundamente doente
08 Fevereiro, 2010
Arte com café
Técnica utilizando o coador de papel usado como base e o próprio café como tinta. O painel abaixo, foi produzido em parceria com o meu filho e também artista Bruno Gomes (www.oimaginariobg.com), que criou o grafismo como tema principal, dando um sentido todo especial ao trabalho. O painel completo medindo 4.00m x 0.90 m As quatro partes do painel Como ele foi montado na casa da cliente Outros trabalhos produzidos: Abaixo, uma luminária que fiz usando armação de ferro, coador de café com a borra e barbante. Coador de café usado, a matéria prima que eu utilizo
Ele mede 4.00m x 0.90m, em MDF revestido com papel de café usado.






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07 Fevereiro, 2010
Porres...bebidas...
A seleção de Waldemar Rodrigues Pereira Filho inclui prosa e poesia e abrange praticamente todos os períodos da história ocidental – do porre de Noé, que se pôs a dançar nu na frente do filho (que ainda levou a pior na história), até a “vida líquida” de Hilda Hilst nasAlcoólicas. Entre as bebedeiras no livro, há as classicamente vergonhosas, como a narrada por Juan Palazzo, em A Separação. “A noite vinha antes como uma calamidade. Trazia o chapéu amassado, a gravata caída sobre a camisa violácea de vinho e as botinas sujas de barro. Caminhava no meio dos transeuntes, bamboleando-se, dando palmadas nas paredes, fazendo caprichosos esses, e em cada esquina, cruzando a calçada sem parar. (…) Junto a um umbral, deteve-se. A seu ver, a escada branca balançava, e em seu centro, acima, a luz esverdeada de um farol lhe sorria com um terrível esgar cadavérico.” Mais elegante, mas não muito mais sóbrio, é o estado de Cruz e Souza em textos do Missal: “O que excita o artista, seja nos átrios claros de palácios ou em toda parte, é simplesmente a Forma, é toda essa roupagem deslumbrante que faz as mulheres parecerem auroras boreais; o que lhe incita a pensar nelas, a desejá-las, é a plástica olímpica, o onipotente esplendor das curvas cinzeladas, os mármores coríntios, o alabastro dos corpos flóreos. O que o surpreende, deixa atraído e fascinado é ar gelado da carne alva das louras, que deliciam, o ardente sol tropical da carne tentadora das morenas, que cheiram a sândalo e matam.” Por fim, os maus pedaços por que passa do narrador de Vinho Generoso, de Italo Svevo: “Surpreso, de olhos fechados, percebi um estranho clarão, um redemoinho de faíscas que supus produzidas pelo incêndio que sentia em mim. (…) Num primeiro momento pensei que aquelas gotas podiam me ver. E, para me verem melhor, logo se converteram em vários olhinhos. Enquanto se alongavam ao cair, formava-se no centro delas um pequeno círculo que, privando-se do véu azul, descobria um verdadeiro olho, malicioso e malévolo. Com certeza estava sendo perseguido por uma multidão que não gostava de mim.”
Dando continuidade à série letras etílicas (o post anterior,aqui), outro lançamento na área é A Alma do Vinho (Globo, 400 págs., R$ 48), que reúne 40 textos literários sobre uma das mais antigas bebidas do mundo. 
06 Fevereiro, 2010
José Saramago e António Lobo Antunes - O Fla-Flu dos Romancistas
Por Anna Carolina Mello - BRAVO ONLINE A rivalidade não é tão agressiva quanto a que se deu quando o escritor peruano Mario Vargas Llosa descobriu que sua mulher se envolvera com o ex-amigo Gabriel García Márquez; nem tão ressentida quanto aquela que o britânico Martin Amis provocou ao passar para trás a mulher do colega Julian Barnes, contratando outro agente literário. A rixa entre os portugueses José Saramago e António Lobo Antunes não teve vexame ou dissolução de amizade. Mas há algo que a torna especialmente divertida: mesmo sem um motivo aparente para existir, ela mobiliza partidários apaixonados dos dois lados. Comparam-se as obras, medem-se os prêmios e até as vidas pessoais de ambos entram no escrutínio dessa disputa. Nesse embate, sobram palavras e apreciações pouco agradáveis. Recentemente, ambos despertaram os ânimos de suas respectivas torcidas com lançamentos quase simultâneos: Saramago, com Caim; Lobo Antunes, com Que Cavalos São Aqueles que Fazem Sombra no Mar?. Eles não se evitam na vida civil, como os citados acima, mas também não fazem questão de disfarçar a hostilidade. Em 1998, Lobo Antunes e seus partidários receberam o mais duro dos golpes: o Nobel de Literatura concedido a Saramago - o primeiro e provavelmente durante muito tempo único entre escritores de língua portuguesa. Na ocasião, um jornalista do The New York Times ligou para Lobo Antunes atrás, naturalmente, de declarações ácidas. Informado do ocorrido, Lobo Antunes silenciou por alguns segundos do outro lado da linha. Depois, fez-se de desentendido e, dizendo que a ligação estava ruim e que mal podia ouvir, desligou. Nessa época, Saramago já era bastante festejado no Brasil, com romances como Memorial do Convento(1982) e Ensaio Sobre a Cegueira (1995). Lobo Antunes, ao contrário, era praticamente um desconhecido, com poucos e mal-vendidos livros, entre eles Os Cus de Judas (1979) e Manual dos Inquisidores (1996). Em 2000, durante a feira de livros de Frankfurt - em que são fechados os principais contratos de publicação do mundo - Lobo Antunes rejeitou um pedido de entrevista feita pelo jornal Folha de S.Paulo. "Deixem o Brasil para o Saramago. É o único lugar que ele tem", disparou. No ano passado, durante a Festa Literária Internacional de Paraty, voltou ao tema de forma mais bem-humorada. "Vocês gostam mais do outro", brincou com o público. Saramago, por seu turno, já disse que não conhece "esse sujeito" e que "não se interessa por ele". Em 1998, presenteado com um livro do oponente por um jornalista do tabloide português Tal & Qual, o escritor fechou a cara e devolveu o livro, porque acreditava ser uma provocação. A versão fantasiosa do fato, contudo, atiçou os ânimos: dizia-se que o autor havia jogado o exemplar no chão, por conta do título da reportagem - Atirado ao Chão -, que brincava com o nome do romance de Saramago, Levantado do Chão(1980). À parte as fofocas, existe a divisão literária. Nas páginas a seguir, os jornalistas e críticos José Castello e Paulo Polzonoff Jr., que no Brasil ocupam lados opostos nesse ringue, defendem cada um a obra de sua preferência. Apaixonada mas civilizadamente - sem vexame nem dissolução de amizade. O ENSAÍSTA ENVERGONHADO José Saramago disse certa vez: "Talvez eu não seja um romancista, mas um ensaísta que escreve romances". Em vez de diminuir a potência de sua ficção, a ideia do ensaísta envergonhado a alarga. Para o escritor português, a literatura deixa de ser só uma experiência estética, ou um jogo de linguagem. Ela se alça ao posto de saber e ombreia com a verdade. Ao desestabilizar as certezas históricas com o sal da ficção, Saramago não só relativiza verdades consagradas, mas destaca seu aspecto imaginário. Ele amplia, ainda, o terreno da própria ficção, que deixa de ser apenas invenção e sonho, para se tornar algo bem mais potente: um elemento crucial na constituição do mundo. Personagens como o revisor Raimundo Silva, de História do Cerco de Lisboa - que, ao introduzir uma palavra inexistente em um ensaio histórico, revira a verdade - ou o escriturário sr. José, de Todos os Nomes- que completa com a imaginação as informações do Registro Civil -, ampliam a potência da verdade, em vez de danificá-la. Alargam, assim, as fronteiras da literatura, que deixa de ser uma ilusão a nos distrair da vida, para se tornar uma pergunta com que a perfuramos. Ao romper com as regras clássicas da gramática e optar por uma linguagem flutuante, Saramago questiona um dos mais sagrados dogmas contemporâneos: a clareza. Nem sempre a objetividade e a transparência são garantias de acesso à realidade. Ao contrário: retendo as coisas em sua moldura de luz, a clareza é, com frequência, falsificação. Para ele, só uma linguagem dançante, que acompanhe os deslizes e imperfeições do pensamento, nos aproxima, de fato, do mundo. Em uma era pragmática, Saramago se preocupa mais em seduzir e hipnotizar o leitor do que em convencê-lo. As dificuldades propostas por seus livros - como o sósia que perturba a vida do professor Tertuliano Máximo Afonso, em O Homem Duplicado - não são questões a desvendar, ou solucionar. São, ao contrário, desafios. Saramago sabe que a escrita nada mais pode que sondar o enigma humano. É a partir desse limite de desamparo (e sabedoria) que ele escreve. A tragédia relatada no Ensaio Sobre a Cegueira não atinge só os personagens do romance, mas o próprio leitor, que é obrigado, também, a "cegar-se" para lidar com o filtro opaco e limitado da língua. Os personagens de Saramago carregam em seus ombros o duplo sentido da palavra sujeito: se eles fazem e acontecem (afinal, a imaginação manda), estão também submetidos (sujeitos) às apertadas amarras que delimitam a realidade. Muitas vezes reduzida, injustamente, a um exercício de estilo, a literatura de Saramago é não só vital, mas convulsiona os fundamentos de nossas vidas. "Vivemos para dizer o que somos", o escritor insiste em afirmar. A literatura, para José Saramago, é a busca interminável (e fracassada) do outro. Por isso, não conseguimos abandonar seus livros. José Castello é jornalista e escritor, autor de Fantasma e A Literatura na Poltrona, entre outros. ------ O CARPINTEIRO DA FRASE António Lobo Antunes chamou minha atenção em 1998, em uma entrevista encontrada na internet. Lembro-me de ficar entusiasmado com frases como "Os leitores são umas putas. Amam-nos e depois nos deixam". Mas o que mais me atraiu naquele autor desconhecido foi a visão da literatura como uma obra de carpintaria - para tomar emprestada uma ideia do escritor mineiro Autran Dourado. O primeiro contato com um livro do escritor foi, entretanto, frustrante. Deliciosamente frustrante. Ao contrário de autores de vanguarda, como o irlandês James Joyce, havia mais do que um simples desejo de revolucionar a escrita na falta de linearidade daquela prosa. Havia um propósito. Mas mergulhar nos desvãos da mente humana é complicado. E Lobo Antunes sabe transpor para o papel esta complicação toda. É possível que o leitor se sinta atordoado. Aí é que encontramos mais uma (se não a maior) virtude do escritor: o desprezo para esta entidade cada vez mais homogênea chamada leitor. Não se deixe enganar: este desprezo é uma expressão de respeito pela individualidade do leitor. Na obra do escritor, nenhum grupo merece destaque. É como se não houvesse multidões. Os personagens são seres muito particulares, idiossincráticos, indefiníveis. O coletivo inexiste. As pessoas não andam nem agem em bando. Mais importante: não sentem em bando. Até mesmo a guerra não é vista como uma ação organizada de um grupo militar. Lobo Antunes olha para cada personagem com atenção individualizada. Esta atenção ao ser humano como unidade é a responsável tanto pela fama quanto pela rejeição à sua obra. Nos romances do português, não há grandes ilhas, e sim um gigantesco arquipélago formado por ilhotas individuais, cada qual com seus rios, vales, montanhas, praias e até vulcões. Mas seria um erro dizer que Lobo Antunes é um escritor para poucos. Sim, o estilo de seus romances pode afastar o leitor mais desprevenido. Os Cus de Judas, por exemplo, é um livro atordoante. Mas só até que o momento em que se estabelece um diálogo muito natural entre aqueles parágrafos interrompidos por digressões diversas. Lobo Antunes tem ainda um lado bastante acessível: o de cronista. Infelizmente, seus livros de crônicas não foram publicados no país. Nos textos curtos, ele exibe seu talento para o mundo pequeno de personagens menores ainda. Dramazinhos cotidianos alçados à condição de arte: o pompom da cortina emoldurado e pendurado no Louvre, ou o diálogo na padaria expresso com tanta beleza que pode levar (sem exagero) às lágrimas. O escritor é dono ainda de algumas das frases mais belas da língua portuguesa. Às vezes - ainda que isso possa parecer, na melhor das hipóteses, uma excentricidade -, gosto de abrir um calhamaço como Boa Tarde às Coisas Aqui Em Baixo e ler apenas uma página, a esmo, em voz alta, saboreando o fraseado. Paulo Polzonoff Jr. é jornalista e tradutor. É autor de A Face Oculta De Nova York.José Saramago e António Lobo Antunes - O Fla-Flu dos Romancistas
Rivais, os escritores portugueses José Saramago e António Lobo Antunes mobilizam partidários apaixonados e protagonizam uma disputa que envolve vida pessoal e literatura
Ao romper com as regras clássicas da gramática e optar por uma linguagem flutuante, Saramago questiona o dogma contemporâneo da clareza por José Castello
Uma das maiores virtudes de Lobo Antunes é o desprezo por esta entidade cada vez mais homogênea chamada leitor Por Paulo Polzonoff Jr.
05 Fevereiro, 2010
O que desejamos parece mais próximo do que realmente está....

Metade dos participantes puderam tomar água antes do experimento, e a outra metade comeu pretzels salgados, para que ficassem com mais sede. Os resultados mostram que as pessoas que estavam com sede estimavam a distância da garrafa como muito mais próxima a eles do que aqueles que beberam água antes do estudo.
De acordo com outra pesquisa realizada pela mesma equipe, nosso desejo por certos objetos também pode resultar em mudanças de comportamento. No estudo, voluntários tinham que jogar um pacote em cima de um vale-compras no valor de 0 ou 25 dólares. Se acertassem a mira, ganhariam o dinheiro, e se errassem, perderiam o vale. Curiosamente, as pessoas jogaram os pacotes em maiores distâncias se o vale era nulo.
Quando o cartão valia 25 dólares, os voluntários jogaram o pacote muito mais próximo a seus corpos, acreditando que ele estava a uma distância menor. Os pesquisadores que realizaram os estudos acreditam que esta resposta cerebral ocorre para encorajar as pessoas a comportamentos que os levem a conseguir o objeto – ou seja, quando vemos algo que está mais próximo a nós, somos mais facilmente levados a pegá-lo. [Science Daily]
04 Fevereiro, 2010
Teoria da Relatividade
O conhecimento científico não permanece igual ao longo dos anos. O que é considerado verdade hoje, pode não ser no futuro. Há 6 séculos pensava-se que a Terra era o centro do universo. Hoje sabemos que ela não é sequer o centro do Sistema Solar. A teoria da relatividade de Einstein mudou as bases da Física alterando conceitos tão fundamentais como tempo e espaço. A posição e a velocidade de um corpo devem ser medidas a partir de um referencial. O referencial é um espaço graduado, como uma régua ou uma estrada marcada a cada quilômetro. Junto a esse espaço deve haver um cronômetro para medir o tempo. Algumas vezes, porém, o próprio refencial que escolhemos está em movimento. Pode ser o caso de um referencial preso em um ônibus, barco ou avião. Se um referencial A estiver em repouso ou em movimento retilíneo e uniforme (MRU) ele é considerado inercial. Da mesma forma, se um outro referencial B está em repouso ou se move em linha reta com velocidade constante em relação ao referencial A, o referencial B também é considerado inercial. Segundo Galileu, se um corpo se move em relação a um referencial e o próprio referencial se move em relação ao solo por exemplo, a velocidade do corpo em relação ao solo será a soma das duas velocidades. Nada mais natural! Se alguém corre dentro de um ônibus, a sua velocidade para quem está na rua será a velocidade do ônibus mais a velocidade com que a pessoa corre. Sabemos a muito tempo que a Terra movimenta-se girando ao redor do Sol. Existem também estrelas com movimentos conhecidos e de grande velocidade. Porém, ao medir a velocidade da luz vinda de diferentes direções e de astros em movimento, não encontrou-se qualquer alteração na sua velocidade. Esta velocidade é a constante c= 300.000 Km/s, comprovada pelos estudos de óptica e eletromagnetismo feitos até então. Alguma coisa deveria estar errada! Como tornar este resultado compatível com as teorias aceitas até o momento? Para resolver estes impasses, Albert Einstein propôs a Teoria da Relatividade Restrita, que está baseada em dois postulados: As consequências desses postulados contrariam o senso comum. Se a velocidade da luz permanece constante mesmo com o emissor em movimento, alguma coisa deveria mudar para que as leis da física continuem as mesmas. Para Einstein, o tempo e o espaço variam de acordo com a velocidade de um referencial em movimento. Isso quer dizer que se alguém observasse um ônibus próximo à velocidade da luz, o comprimento do ônibus pareceria maior e o tempo dentro dele correria mais lentamente em relação ao tempo medido pelo observador. Ao calcular a velocidade da luz, os dois chegariam ao mesmo resultado. Em sua teoria da Relatividade Geral, Einstein procura avaliar o que acontece em referenciais não inerciais (que possuem aceleração). Ele chega a algumas importantes conclusões: Por exemplo, quando um elevador sobe, o passageiro não tem como distinguir se o elevador realmente iniciou o movimento ou se alguma força começa a empurrá-lo para baixo (exceto pelo indicador dos andares). Isso pode ser observado por um corpo em queda que percorre espaços maiores em tempos cada vez menores. Toda massa provoca essa distorção e quanto maior a massa maior a distorção. As teorias de Einstein revolucionaram a Física e foram sendo comprovadas com experiências e observações. Entre essas observações está o eclipse do sol, visto na cidade de Sobral, no Ceará. Uma estrela posicionada atrás do sol não poderia ser vista, segundo as teorias antigas. Mas se a gravidade distorce o próprio espaço-tempo, até mesmo a luz poderia ser atraída e desviada. Se Einstein estivesse correto, uma estrela escondida atrás do sol seria vista quando ocorresse um elipse total. Ele veio pessoalmente ao Brasil e a prova foi obtida: o astro que deveria estar oculto pelo sol tinha sua luz desviada e foi visto durante o eclipse. Bibliografia:Por Luiz Bruno Vianna A Evolução da Ciência
A Relatividade de Galileu
O Problema
A Relatividade RestritaRelatividade Geral
EINSTEIN, Albert. Relatividade Especial e Geral.
MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Explicando a Teoria da Relatividade. Editora Ediouro, 2005.
Observatório Nacional www.on.com.br






