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16 abril, 2008

O menino de pijama listrado


Eu li. Sim eu li. Confesso: eu li. São poucas páginas, sim. 186. Foi recomendado, sim. Por uma livreira, sim. E, por isso, eu li. Eu li por que leio que me dizem que é bom. Eu li por que eu gosto de ler. Sim. Eu li. Eu li porque a capa é bonita: listrada de azul e branco e rugosa. Eu li. Eu li por que eu leio. Eu peguei e coloquei na estante. Eu li porque sou viciada em ler. Ele me chamava com sua lombada. Eu peguei. Eu li. Eu juro que eu li. Eu li. Fácil demais. Difícil demais. Eu li. Metáforas bobas demais. Eu li. Joguetes de escritas. Eu li. Durante grande parte da vida, eu li. Eu li mais que mais que mais e me entupi: EU NÃO AGÜENTO MAIS LER, OUVIR, VER ALGO SOBRE o HOLOCAUSTO! ATÉ QUANDO? POR MAIS QUANTO? POR ENQUANTO? POR QUE MANDO? Sinceramente, a apologia ao barbarismo contra os judeus acaba por criar antipatia. Essa fixação no holocausto CANSA! ENJOA! EMPUTECE! Não me admiro que grupos estejam se insurgindo contra minorias impostas e, de certa forma, ditadoras. A ditadura do holocausto já encheu o meu saco! Tudo bem, o livrinho do menino de pijama listrado é bonitinho, para quem ainda não leu filosofia. É fofinho para constar na lista de mais um infanto-juvenil introdutório tipo KY. Desce devagar. Entra macio embora possa fazer chorar. Um livro para virgens. Judias ou não. Mas não judia de mim! aff...

2 comentários:

Fernanda disse...

O pior é que não passa na cabeça das virgens o uso do KY, isso fica mesmo para as putas...

Wma Toraya disse...

e para os putos que se dão bem no mercado... consumidor... pagador... trepador... o cara mete a ky e bobinha acha que a camisinha baba por ela...

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