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03 junho, 2009

Skylab

No batente, quase pregava os olhos – costumava dormir às três da manhã para acordar às seis. Mais do que um estado físico, a sonolência é uma outra forma de percepção da realidade, diz ele:
"Não vejo muita graça em estar lúcido e consciente. Como durmo pouco, sempre estou um pouco à margem do que acontece. Se estivesse totalmente acordado, provavelmente iria querer saber de coisas práticas. O torpor é a minha condição para criar".

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