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22 abril, 2008

Poesia concreta em homenagem à Brasília!

JK

Céu
Ermo
Sonho
Cerrado
Alvoroço
Niemeyer
Dá, não dá
Lúcio Costa
Modernidade
Mexe, remexe
Risca e rabisca
Ah! Plano Piloto
Ou vai ou racha!
Lobbies, trejeitos
Jeitinhos, arranjos
‘Quanto levo nisso?’
Início do novo Brasil
O público privatizado
Desbravamento moral
Canteiro de obras: lama
Máquinas e tratores: lama
Movimentos pesados: lama
Uma cleptocracia emergente
País de inocentes e cúmplices
De repente, o cerrado vira mar
Mar de gente; humilde e ingente
Gente pungente; daqui, dali, d’acolá
Cimento, tijolo, ferro, aço e vidro
Suor, lágrima, ‘concreto amado’
Grita, sussurra, bate e levanta
Horizonte largo, tempo curto
Correria, pressão, algaravia
Avenidas, prédios, euforia
Monumentos curvilíneos
Teatro, eixos, Catedral
Supremo e Congresso
O Palácio do Planalto
Praça dos ‘poderes’
Lá se vão 48 anos
A cidade é duas
A modernidade
A Idade Média
Absenteísmo
Clientelismo
Espertezas
Culpados?
Ora, nós!
O voto
Vesgo
Torto
Cego
Oco





Escrito por Josias de Souza às 03h21 - comemorando 48 anos de Brasília,

2 comentários:

Fernanda disse...

este seu post ficou uma asa... hein?
beijinhos

Wma Toraya disse...

é a poesia concreta do josias... a "asa" de brasília ou uma coluna do palácio? bjs

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