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04 maio, 2007

São Paulo - Cena III - Memorial da América Latina

Botero: El desfile (2000)
As casas em pé e as casas deitadas.


Pavilhão da criatividade: abrigo da arte popular




México: celebração do dia dos mortos




A criatividade exposta e fotografada, como não pode ser o salão do atos







Lá está a América Latina pisada sob o chão de vidro.

Criativo e sugestivo...




Prefiro mãos sem sangue





Bem perto da estação Barra Funda (SP) está plantado o Memorial da América Latina. Milhares de pessoas passam por ali e um percentual muito pequeno pára. São Paulo ferve. O relógio anda. A história fica parada, ao lado do metrô. Absorver cultura exige tempo. Ver exposição exige vontade. Sair da mesmice exige... Exige? Sei lá. Ainda não entendi o que faz uns saírem do senso comum e outros não. Talvez nunca saiba a resposta. O fato é que procurar as artes não é desejo de todos, nem tampouco da maioria. Lá estava o memorial vazio. Vi Botero com sua arte-testemunho pintando os "horrores" da violência na Colômbia. Eu e mais quatro pessoas, numa metrópole chamada Sampa. Foi ali que comecei meu turismo cultural. Na cabeça incessantemente pertubando a frase: o que leva alguém a querer ver? ou a não querer ver?



2 comentários:

ROGÉRIO SILVÉRIO disse...

Ai que dedo gigantesco deste monumento!

Fernanda Ramirez disse...

Nossa Soll, linda suas fotos do Memorial... E eu aqui, ainda tentando entender como funciona minha maquina digital... as fotos que bati da virada cultural ficaram horríveis... arg!!! Eu aprendo... um dia eu aprendo!!!

Bjs.

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